Um dos maiores símbolos de respeito e reverência dentro de uma escola de samba é quando o casal de mestre-sala e porta-bandeira entrega a um componente, autoridade ou folião, a bandeira da escola. Nesse momento, se coloca as mãos sobre a bandeira, também chamada de pavilhão, e beija-se o dorso das mãos, em sinal de respeito e reconhecimento à história daquela agremiação.
Nas quadras, esse virou, também, um símbolo de amor. Muitos foliões, apaixonados por suas escolas, sonham em "beijar a bandeira". Corações fanáticos como o de Bete Negri, que pulsa pela Unidos de Jucutuquara há mais de 20 anos. Bete é torcedora fiel. Frequenta todos os ensaios da escola, ajuda no barracão, leva lanche para os componentes. Materializa seu sentimento na ajuda à escola, no olhar apaixonado à bandeira e na voz que canta o samba. Como forma de reconhecimento à Bete e a tantos foliões apaixonados pelas suas escolas, nós da coluna e o casal de mestre-sala e porta-bandeira da Jucutuquara, Marcelinho Ramos e Marina Zanchetta, preparamos essa singela homenagem. Confira!