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Ministério da Cidadania

Atraso na PEC dos precatórios vai dificultar pagamento de Auxílio Brasil

O ministro da Cidadania, João Roma, afirma que se texto não for aprovado até 2ª semana de novembro, pode haver problemas operacionais para pagar benefício

Publicado em 28 de Outubro de 2021 às 14:30

Agência FolhaPress

Publicado em 

28 out 2021 às 14:30
O Ministro de Estado da Cidadania, Joao Roma, discursa após sua cerimonia de posse
O Ministro de Estado da Cidadania, Joao Roma, discursa após sua cerimonia de posse Crédito: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
O ministro da Cidadania, João Roma, disse na manhã desta quinta-feira (28) que, para pagar os R$ 400 do Auxílio Brasil em dezembro, é preciso que a PEC (proposta de emenda à Constituição) dos precatórios seja aprovada no Congresso até a segunda semana de novembro.
"O nosso apelo é para que, até a segunda semana de novembro essa medida possa ser aprovada. Senão, terão dificuldades operacionais, inclusive, para fazer chegar recurso a essa população", disse Roma a jornalistas, ao chegar no Palácio do Planalto.
A solução do governo para o pagamento do programa sucessor do Bolsa Família foi driblar o teto de gastos.
A mudança no cálculo da regra fiscal, para abrir espaço no Orçamento para o novo valor do benefício, foi incluída na PEC dos precatórios.
Se aprovada, a mudança libera R$ 15 bilhões para o governo gastar ainda neste ano, para pagamento de vacina, auxílio para caminhoneiros e o Auxílio Brasil.
O ministro, que embarca na comitiva presidencial para a reunião do G20 na Itália nesta quinta-feira (28), disse que a medida não pode ser reduzida a uma discussão partidária, ideológica e eleitoral.
Questionado se há um plano B para o caso de o Congresso não cumprir o prazo, Roma disse que o governo está trabalhando "de forma assertiva" para a aprovação da PEC.
"Tenho muita esperança e confiança de que o Congresso Nacional some esforços para atender esses brasileiros mais necessitados. Mas o governo federal está determinado a assistir os brasileiros mais necessitados", disse.
A discussão sobre a proposta no plenário da Câmara foi adiada pela segunda vez, na quarta-feira (27), por falta de consenso.
A oposição quer derrubar a parte da PEC que cria um valor máximo para o pagamento dos precatórios — dívidas reconhecidas pela Justiça.
A ideia da PEC é adiar parte do pagamento dessa dívida para abrir espaço no Orçamento para o governo federal em ano de eleição.

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