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Tensão no mercado

Lula diz que economia não quebra e que aprendeu responsabilidade fiscal com sua mãe

Em evento em SP, presidente afirmou que país "só vai dar certo se a economia estiver arrumada"

Publicado em 05 de Julho de 2024 às 14:39

Agência FolhaPress

Publicado em 

05 jul 2024 às 14:39
OSASCO - O presidente Lula (PT) disse nesta sexta-feira (5) em Osasco (SP) que a economia não vai quebrar e que não adianta falar de responsabilidade fiscal com ele.
"Não adianta falar de responsabilidade fiscal, porque, se tem uma coisa que eu aprendi com a dona Lindu [a mãe do presidente], foi responsabilidade fiscal, cuidar do meu pagamento, cuidar do meu salário, cuidar da minha família. E hoje a minha família é o Brasil", afirmou, em evento no campus Osasco da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), na Grande São Paulo.
"Só vai dar certo se a economia estiver arrumada. Se a gente fizer como aquela pessoa que joga dinheiro fora por causa do cartão de crédito a economia vai quebrar. E no meu governo não vai quebrar porque nós temos responsabilidade de cuidar desse país", completou.
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva Crédito: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O presidente Lula fecha nesta sexta o ciclo de viagens oficiais pelo país que contaram com a participação de pré-candidatos nas eleições 2024 aliados ao petista. A partir deste sábado (6), candidatos não podem comparecer a inaugurações de obras públicas, segundo a legislação eleitoral.
Pela manhã, o presidente participou de inauguração de um novo edifício no campus em Osasco da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo). No período da tarde, está prevista visita a obras do CEU (Centro Educacional Unificado) em Diadema.
A declaração de Lula acontece após dias de tensionamento com setores do mercado em meio a incertezas quanto à responsabilidade fiscal do governo. Em meio às apostas de que há um risco fiscal grande no país, houve forte alta do dólar e aumento nas taxas dos contratos de juros futuros.
Lula chegou a dizer que o movimento de elevação do dólar era resultado de uma especulação do mercado contra o real.
A moeda americana chegou a tocar a máxima de R$ 5,70 na sessão da última terça-feira (2), mas passou a recuar e fechou o pregão de quinta (5) valendo R$ 5,50 após sinalizações positivas por parte do governo Lula de que haveria cortes de gastos.
Os investidores responderam imediatamente a falas do presidente de que seu governo tem compromisso fiscal e vai cumprir o arcabouço fiscal. Naquele dia, Lula disse que gasta quando é necessário, não joga dinheiro fora e que responsabilidade fiscal é compromisso. Além disso, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou corte de R$ 25,9 bilhões para 2025.
"Aqui nesse governo a gente aplica dinheiro necessário, gasto com edução e saúde quando é necessário, mas a gente não joga dinheiro fora. Responsabilidade fiscal não é palavra, é compromisso desse governo desde 2003 e a gente manterá ele à risca", disse Lula, em discurso no lançamento do Plano Safra Agricultura Familiar, no Palácio do Planalto.
Lula tem feito declarações públicas contra mudanças na política de valorização do salário mínimo (que impacta a Previdência Social) e a desvinculação entre benefícios sociais e o piso nacional. Ele também descartou limitar o crescimento dos mínimos em Saúde e Educação. Esses são justamente alguns dos componentes que mais pressionam o Orçamento.

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