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Opinião da Gazeta

As mortes na Dante Michelini e a necessidade de pacificar o trânsito

O trânsito é um microcosmo da própria sociedade. Imagens tão aterrorizantes quanto as presenciadas no acidente precisam deixar de ser rotina nas vias brasileiras

Publicado em 30 de Outubro de 2019 às 19:58

Públicado em 

30 out 2019 às 19:58

Colunista

Acidente grave foi registrado na Avenida Dante Michelini, no final da noite desta terça-feira Crédito: Internauta
A violência no trânsito fez mais duas vítimas, de forma sumária. Outras três pessoas ficaram feridas. O acidente ocorrido por volta das 23h30 desta terça-feira (29) na Avenida Dante Michelini atordoa por sua brutalidade. A mera descrição da sucessão dos acontecimentos é capaz de alimentar ainda mais um mal-estar que não passa, afinal se sabe que tragédias como essa continuarão se repetindo, caso a conscientização por um trânsito mais seguro não se dissemine. É necessário passar do discurso para a prática.
Justamente por ser capaz de produzir cenas tão bárbaras quanto as deste acidente, a condução de veículos é um assunto sério demais para ser tratado ainda com tanta displicência. Um laudo sobre o que de fato ocorreu na Praia de Camburi só sairá em 30 dias, por isso é prematuro apontar responsabilidades.
A questão é que imagens tão aterrorizantes precisam deixar de ser rotina nas vias brasileiras. Por mais que se demande pistas e estradas mais seguras ao poder público, reivindicações sempre oportunas, cada cidadão motorizado tem sua parcela de responsabilidade sobre a segurança de todos.
O trânsito é um microcosmo da própria sociedade, acaba refletindo tanto valores quanto rancores. Em 20 anos, o Brasil registrou mais de 700 mil mortes no trânsito. É uma carnificina. Enquanto continuar sendo terra de ninguém, famílias continuarão despedaçadas pela perda de seus entes sem que se consiga encontrar algum sentido para mortes tão abruptas.

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