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Opinião da Gazeta

Concessão significa voos mais altos para o Aeroporto de Vitória

Concessão do Aeroporto de Vitória, cujo leilão será realizado hoje em São Paulo, vai garantir a modernização das operações do terminal

Publicado em 15 de Março de 2019 às 01:27

Públicado em 

15 mar 2019 às 01:27

Colunista

Novo Aeroporto de Vitória Crédito: Fernando Madeira
Quase um ano após ter sido inaugurado, o novo Aeroporto de Vitória deve sair debaixo das asas estatais. Assim, esta sexta-feira tem tudo para marcar positivamente a história aeroportuária capixaba, com o leilão que tornará o terminal uma concessão privada e a expectativa de voos mais altos para o Estado. Empresas da Alemanha, da Suíça, da Argentina e da Espanha, além de concorrentes do Brasil, dividem o páreo.
Mesmo que o modelo escolhido, com a licitação em conjunto com o aeroporto de Macaé, tenha chegado até a ser contestado na Justiça, é mais do que oportuno comemorar que o governo federal tenha mantido o foco e iniciado com agilidade o Programa de Parcerias de Investimentos. A situação é um típico ganha-ganha: triunfam tanto a estrutura do Estado, com cofres abastecidos e fôlego para atuar e investir em setores essenciais, quanto o próprio aeroporto e seus usuários, com a modernização das operações.
Os avanços logísticos proporcionados pela construção do novo terminal tendem a ser ampliados com a mudança de status. A empresa que arrematar o Bloco Sudeste terá de investir, no mínimo, R$ 591,7 milhões nos aeroportos de Vitória e Macaé durante os 30 anos de concessão. O governo federal determinou que a outorga mínima, com pagamento à vista, é de R$ 47 milhões, mas especulações mais otimistas apostam que o valor chegue a R$ 140 milhões.
O impasse sobre a concessão conjunta – justificado pela situação deficitária do aeroporto de Macaé, que poderia ser um entrave aos investimentos em Vitória – foi superado após a União se comprometer com melhorias nos aeroportos de Linhares e Cachoeiro de Itapemirim. Um impulso para aviação regional no Estado que deverá ser cobrado por governo estadual e bancada capixaba.
A concessão é a possibilidade de impedir a obsolência do novo aeroporto, como aconteceu com a estrutura antiga. Sob o controle da iniciativa privada, o Eurico Salles pode voar. Espera-se que o vencedor tenha a excelência empresarial que garanta o interesse pela constante modernização do terminal. Só assim será cada vez mais competitivo, com portas abertas para novas rotas, como os aguardados voos internacionais. Que vença o melhor para o Espírito Santo!

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