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Opinião da Gazeta

Ferrovia Centro-Atlântica: mais carga para nossos portos é tudo o que o ES quer

O Espírito Santo segue priorizando a construção do contorno ferroviário da Serra do Tigre, em Minas, mas apresentou proposta alternativa dentro do processo de renovação antecipada da Ferrovia Centro Atlântica (FCA)

Publicado em 31 de Outubro de 2024 às 01:00

Públicado em 

31 out 2024 às 01:00

Colunista

Para uso exclusivo de editorial
Locomotiva em movimentação de cargas na Ferrovia Centro-Atlântica (FCA) Crédito: Paulo Duarte/VLI
A modernização e a expansão do setor portuário capixaba estão engatilhadas, com empreendimentos que em breve ganharão corpo. A capacidade de escoamento de cargas pelo Espírito Santo terá novas dimensões, e é por isso que o pleito capixaba dentro do processo de renovação antecipada da Ferrovia Centro Atlântica (FCA) é fundamental para fechar essa conta: teremos mais portos e mais diversificação, esperando também um maior volume de cargas para obter mais produtividade.
É a  Ferrovia Centro Atlântica, que liga o Espírito Santo ao Brasil Central, templo do agronegócio. A VLI Logística, atual concessionária da ferrovia que corta oito estados,  busca a renovação do contrato por mais 30 anos com a proposta de investimentos que chegam a R$ 30 bilhões. O que preocupa o governo estadual e o setor produtivo capixaba é que, dentro desse planejamento da atual concessionária, a previsão de crescimento médio anual de cargas para os portos do Espírito Santo é de apenas 1,3%. 
É justo que o Espírito Santo se sinta desprestigiado, principalmente quando a sua principal demanda, o contorno ferroviário da Serra do Tigre, pareça escanteada nas negociações. Na última terça-feira (29), o governo estadual apresentou um plano B  à Agência Nacional dos Transportes Terrestres (ANTT), com  proposta de construção de um ramal rumo ao Norte/Noroeste de Minas, com agronegócio em expansão, e a construção de novos terminais de captação de cargas. O investimento é de R$ 2 bilhões, menor que a Serra do Tigre.
Essa nova sugestão foi costurada com a própria VLI e, segundo os estudos, a movimentação de cargas teria um aumento anual de 10 milhões de toneladas, sendo que atualmente o Corredor Leste da VLI, que utiliza os portos do Estado, movimenta aproximadamente 5 milhões de toneladas por ano. 
É uma pactuação importante para o Espírito Santo, que precisa considerar sempre o que vai ser melhor para a economia capixaba, dentro das possibilidades realmente viáveis. A expansão do eixo logístico capixaba, ampliando as conexões com o restante do país, é o planejamento para um futuro não muito distante, em 2032, quando os incentivos fiscais sairão de cena, como determina a reforma tributária.

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