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Opinião da Gazeta

Novo ramal ferroviário de Aracruz precisa deixar de ser só uma ideia

O ramal Piraqueaçu precisa de uma remodelagem para que as ambições de ampliar o comércio exterior pela região sejam concretizadas

Publicado em 20 de Abril de 2026 às 01:00

Públicado em 

20 abr 2026 às 01:00
Redação de A Gazeta

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online@redegazeta.com.br

ferrovia
Ferrovia Manfred Richter/Pixabay

Com uma rede portuária em expansão e o desenvolvimento da Zona Processamento de Exportação (ZPE) e do Parklog, Aracruz é o epicentro das transformações econômicas que estão a caminho. E a infraestrutura de transportes não pode ser precária, se o objetivo é trazer mais cargas para os portos.


Especificamente sobre as ferrovias, está mais do que evidente que o único ramal que conecta a Estrada de Ferro Vitória a Minas à região está nessa situação. O ramal Piraqueaçu precisa de uma remodelagem para que as ambições de ampliar o comércio exterior por Aracruz sejam concretizadas. Com melhorias robustas, a competitividade cresce.


A coluna de Abdo Filho recentemente mostrou que essa demanda está no radar, com a busca de investimentos para a contratação de uma consultoria que faça o projeto de uma nova estrutura que atenda a três condições: o contorno das terras indígenas, a correção do traçado e ampliação da capacidade operacional. O investimento, segundo estudos, seria de R$ 500 milhões. É um plano viável que precisa sair do papel, com o governo do Estado e bancada capixaba à frente.


A instabilidade provocada pelos recentes protestos de indígenas evidencia a necessidade de um caminho alternativo. Recentemente, foram mais de dois meses de interdição. Uma nova ferrovia pode ajudar a contornar esse problema, para garantir segurança operacional. Tudo o que se planeja para o futuro logístico em Aracruz depende disso.


São muitas as batalhas capixabas nos trilhos, a começar pela EF 118  cujo leilão está previsto para ocorrer em junho — que vai ligar o Espírito Santo ao Rio de Janeiro, também chamada de Anel Ferroviário do Sudeste. 


Certamente é a ferrovia que está na linha de frente das demandas, mas o olhar também precisa se voltar para o Norte do Estado, onde Aracruz tem despontado como foco de investimentos para se consolidar como um hub logístico. Corrigir essa rota é uma urgência.



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