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Empresas beneficiadas com incentivos fiscais crescem 20% no ES

Para fontes ouvidas pela coluna, um dos fatores que teria motivado a alta seria a corrida de empresas interessadas em garantir os incentivos fiscais antes da aprovação da reforma tributária

Publicado em 27 de Fevereiro de 2020 às 05:00

Públicado em 

27 fev 2020 às 05:00
Beatriz Seixas

Colunista

Beatriz Seixas

bseixas@redegazeta.com.br

Número de empresas beneficiadas por incentivos fiscais oferecidos pelo governo do ES é de 2.251 Crédito: Pixabay
A quantidade de empresas beneficiadas pelos regimes de incentivos fiscais no Espírito Santo cresceu 20% em menos de um ano. Enquanto em junho de 2019 constavam 1.868 companhias inscritas nos programas Compete e Invest-ES - que concedem uma redução do ICMS de até 90% -, agora, fazem parte da lista 2.251 empresas,  conforme material disponível no Portal da Transparência do Espírito Santo.
A inclusão de quase 400 empresas nesses últimos oito meses é vista por algumas fontes da área como consequência das mudanças que podem ocorrer com a reforma tributária, prevista para ser votada neste ano no Congresso Nacional.
Com a reforma, a tendência é que a guerra fiscal que há décadas acontece entre os Estados chegue ao fim. Assim, algumas empresas estariam se antecipando para usufruir dos benefícios enquanto eles existem e até durante um período de transição, que certamente deve ser considerado na reforma tributária.

SOMA DE FATORES

O secretário de Estado da Fazenda, Rogelio Pegoretti, avalia, entretanto, que a reforma tributária não é o ponto determinante. Para ele, há um conjunto de fatores que podem ter contribuído para a alta de empresas inscritas no Invest-ES e no Compete. Ele cita a recuperação da atividade econômica no país, a boa condição fiscal do Espírito Santo e a melhoria nos índices de segurança.
"As empresas estão voltando a investir. Temos boa reputação e bom ambiente de negócios, e além de estarmos bem, nossos vizinhos Rio de Janeiro e Minas Gerais, por exemplo, já passam por uma situação fiscal mais difícil, o que faz com que as empresas voltem o olhar para o nosso Estado"
Rogelio Pegoretti - Secretário de Estado da Fazenda
A renúncia fiscal prevista para 2020 desse tributo é da ordem de R$ 1,4 bilhão, de acordo com informações da Lei Orçamentária Anual (LOA). Os principais setores beneficiados com a política de incentivos no Estado são: atacadista, industrial e de e-commerce.

Beatriz Seixas

Jornalista de A Gazeta, há mais de 10 anos acompanha a cobertura de Economia. É colunista desde 2018 e traz neste espaço informações e análises sobre a cena econômica

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