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Turismo

Brasileiros descobrem Alter do Chão, o caribe amazônico

As águas transparentes e mornas do Tapajós impressionam quem chega. O rio ganha diversas cores: pode ser rosado, cor de ouro ou azul da cor do céu

Publicado em 06 de Outubro de 2019 às 10:26

Publicado em 

06 out 2019 às 10:26
Na região Oeste do Pará, a 38 quilômetros de Santarém, está o pequeno vilarejo de Alter do Chão. A comunidade tem hoje pouco mais de seis mil habitantes e é banhada pelo rio Tapajós, que corta o estado do Pará e deságua no Rio Amazonas.
Alter do Chão foi considerado um dos lugares mais belos do mundo e é conhecido como caribe amazônico.
As águas transparentes e mornas do Tapajós impressionam quem chega. O rio ganha diversas cores: pode ser rosado, cor de ouro ou azul da cor do céu.
Brasileiros descobrem Alter do Chão, o caribe amazônico Crédito: TV Brasil | Divulgação
Caminhar pelas ruas calmas do vilarejo é um convite para quem quer desacelerar. Glacimara Rodrigues e seu marido, Hamilton de Oliveira, trocaram Sorriso, no Mato Grosso, por Alter. Hoje são donos de uma hamburgueria artesanal. Antes os dois trabalhavam em outro ramo. “Eu trabalhava em uma multinacional”, conta Glacimara. “Eu era técnico agrícola. A gente trabalhava com soja”, conta Hamilton.
Quando decidiram largar tudo para viver de perto os encantos da Amazônia, os amigos do casal chegaram a pensar que os dois estavam loucos. “Muitos amigos da gente, até próprio parente, falavam assim: vocês são loucos! Porque muita gente acha que isso aqui é o fim do mundo, né. O povo fala Pará, Amazônia, acha que a gente tá no fim do mundo, né, só que quando chega aqui, vê essa natureza, que vê isso daqui, a pessoa fica: Nossa!”, diz Hamilton.
Glacimara conta que se apaixonou pelas amizades que fez no lugar. “Eu gosto de falar bom dia pra todo mundo, eu gosto de falar boa tarde para todo mundo, eu gosto de cumprimentar todo mundo, eu gosto de conhecer todo mundo. E em lugar grande você não faz isso. Você não consegue ter essa socialização com a comunidade. A vantagem de lugar pequeno é essa.”, conta.
Hoje os dois afirmam que não trocam Alter do Chão por nada. E que visitar Sorriso, no Mato Grosso, só se for à passeio.
Hamilton e Glacimara trocaram Sorriso (MT) por Alter do Chão (PA) Crédito: TV Brasil | Divulgação
Na praia de Ponta de Pedras encontramos um grupo de amigas paulistas. Uma delas, Elizabeth Fernandes, contou que a paixão pelas águas do Tapajós foi tão grande que o filho trocou o agito de São Paulo pelo contato com a natureza paraense. “O meu filho é do mundo, ele é ecoturista, né. Então ele conhece o mundo todo, e ele veio numa excursão aqui com o pessoal e ele gostou muito daqui. E disse: mãe, eu achei o lugar pra eu morar. E aqui ele tá, há cinco anos. E eu venho todo ano, às vezes até duas vezes por ano.”
No começo, ela conta que achou a ideia do filho uma loucura, mas depois mudou de opinião. Depois de visitar Alter do Chão mais de uma vez, a advogada conta que a paixão do filho virou a sua também. E ela já se prepara para viver no pequeno vilarejo quando se aposentar. “Gostamos tanto daqui que estou fazendo um bangalôzinho pra gente também aqui”, conta.
Praia de Ponta de Pedras, Alter do Chão (PA) Crédito: TV Brasil | Divulgação

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