Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

Sem fungos

Ala E e centro cirúrgico do Hospital Santa Rita são reabertos após laudo técnico

O centro médico recebeu o resultado da análise feita por uma empresa especializada em engenharia ambiental, e que descartou a presença do fungo causador do surto

Publicado em 24 de Novembro de 2025 às 15:29

Mikaella Mozer

Publicado em 

24 nov 2025 às 15:29
Hospital Santa Rita
As áreas que estavam fechadas no Hospital Santa Rita foram liberadas após um parecer técnico garantindo a segurança Crédito: Ricardo Medeiros
O centro cirúrgico e a ala E do Hospital Santa Rita foram reabertos após quase um mês fechado. Os locais não eram utilizados devido a um surto que infectou pacientes, funcionários e acompanhantes. Conforme o centro médico, a liberação aconteceu na última semana após um laudo técnico mostrar que as áreas estão livres do fungo Histoplasma Capsulatum, principal suspeito de ser o causador das contaminações. 
O hospital informou que a perícia foi realizada por uma empresa especializada em engenharia ambiental. Ainda conforme o Santa Rita, o parecer contou com análises de última geração de amostras do ar e superfícies desses setores, que foram identificados como a origem dos casos de infecções respiratórias.
“Reforçamos que o Hospital Santa Rita cumpre rigorosamente as normas da legislação sanitária nacional e que não houve interdição pela Vigilância Sanitária. O fechamento temporário das áreas ocorreu por iniciativa preventiva e responsável da instituição. Durante esse período, o hospital realizou uma série de medidas técnicas e estruturais com o objetivo de garantir a máxima segurança para pacientes, colaboradores e profissionais médicos”, frisou o hospital. 

Relatos desde 19 de setembro

Os casos começaram a aparecer em pessoas no setor oncológico com pessoas apresentando os mesmos sintomas. À época, a administração do hospital informou que todos pareciam com pneumonia e começaram a ser relatados em 19 de setembro.
Cerca de seis pessoas precisaram de cuidados na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI). Entre elas a técnica de enfermagem Giane Coutinho, um dos casos mais graves, de acordo com a coordenadora de Controle de Infecção Hospitalar do Santa Rita, a infectologista Carolina Salume. A profissional da área da saúde ficou 21 dias na UTI devido a contato com o fungo.
Os primeiros exames que apontarem o histoplasma como causador foram os feitos pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). O resultado foi anunciado em 3 de novembro em coletiva de imprensa. Outras três amostras deram positivo para a bactéria Burkholderia cepacia, mas segundo o secretário da Sesa, Tyago Hoffman, apenas uma amostra do bebedor e outros dois pacientes na UTI tiveram contato, mostrando ser casos isolados não relacionados ao surto. 

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

TJES
Juiz do ES é condenado à aposentadoria pela 2ª vez por não aparecer no local de trabalho
Em comemoração aos 30 anos da CBN Vitória, Milton Jung apresenta programa direto do ES
Em comemoração aos 30 anos da CBN Vitória, Mílton Jung apresenta programa direto do ES
Imagem de destaque
Palantir: por que o crescimento do poder global da empresa de IA causa preocupação?

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados