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Covid-19

ES registra primeiro caso da subvariante XBB.1.5 da Ômicron

O anúncio foi feito pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) nesta quarta-feira (01). Fiocruz destacou que esse é um dos primeiros casos confirmados até o momento em todo o Brasil

Publicado em 01 de Fevereiro de 2023 às 15:00

Maria Fernanda Conti

Publicado em 

01 fev 2023 às 15:00
Teste de covíd - RT-PCR - antígeno
Paciente obteve o resultado positivo após fazer teste RT-qPCR Crédito: Shutterstock
O primeiro caso da subvariante XBB.1.5 da Ômicron, da Covid-19, foi identificado no Espírito Santo nesta quarta-feira (01). Segundo a Rede Genômica da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), esse é um dos primeiros casos confirmados até o momento em todo o território brasileiro. O anúncio foi feito pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa).
No mundo, a XBB.1.5 despertou preocupação em virtude do aumento de casos nos Estados Unidos e de a rápida disseminação, uma vez que ela tem uma mutação que lhe confere a capacidade de se ligar mais facilmente às células humanas. 
A primeira confirmação no Brasil aconteceu em janeiro deste ano, em uma amostra do estado de São Paulo.
O diretor do Laboratório Central de Saúde Pública do Espírito Santo (Lacen/ES), Rodrigo Ribeiro Rodrigues, explicou que o paciente infectado com a subvariante apresentava sintomas gripais e que, mesmo após negativar no teste de antígeno, realizou o exame RT-qPCR. Mais detalhes sobre a identidade do doente, como onde mora, idade, entre outros, não foram repassados.
ES registra primeiro caso da subvariante XBB.1.5 da Ômicron
“A descoberta aconteceu porque a amostra é de um paciente que, mesmo após resultado negativo pelo teste de antígeno, procurou o atendimento para realizar o RT-qPCR, uma vez que continuava apresentando sintomas gripais. Aproveitamos para reforçar a importância do exame de RT-qPCR para o diagnóstico conclusivo e para a garantia da atuação da vigilância genômica de forma eficaz no Estado e em nosso País”, frisou.
“É uma subvariante que tem sido observada com muita atenção em todo o mundo, mas os estudos mostram que até o momento não há indicação de que esta seja mais patogênica, ou seja, mais grave e letal que as variantes e subvariantes originárias. Os pacientes por ela infectados têm apresentado sintomas semelhantes aos da gripe”, completou Rodrigo Ribeiro.

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