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Em análise

Governo do ES vai avaliar com prefeituras cancelamento do carnaval de rua

De acordo com Nésio Fernandes, a cobertura vacinal é insuficiente para enfrentar a Ômicron. Ele afirmou que há uma "agenda de avaliação de risco" com os municípios capixabas para discutir o cenário de fevereiro

Publicado em 05 de Janeiro de 2022 às 12:35

Alberto Borém

Publicado em 

05 jan 2022 às 12:35
Regional da Nair animou Centro de Vitória neste domingo de Carnaval
Carnaval de rua no Centro de Vitória, em 2019 Crédito: Ricardo Medeiros
O avanço da variante Ômicron do novo coronavírus pode comprometer a realização do carnaval em 2022 no Espírito Santo. Em coletiva de imprensa nesta quarta-feira (5), o secretário de Estado da Saúde, Nésio Fernandes, afirmou que há uma "agenda de avaliação de risco" com os municípios capixabas para discutir o cenário do mês de fevereiro, quando aconteceria o carnaval, tanto no Sambão do Povo quanto na rua, em cidades do litoral.
De acordo com Nésio, a cobertura vacinal é insuficiente para enfrentar a nova variante de risco. O secretário, no entanto, não citou prazo para uma tomada de decisão.
O secretário explicou que as discussões para realização ou não das festas ocorrerão nos próximos dias. Segundo Nésio, o carnaval de rua e o carnaval do Sambão necessitam de medidas distintas. 
"Estabeleceremos uma agenda de avaliação de risco com os municípios capixabas no que diz respeito ao cenário para o mês de fevereiro e o possível cancelamento do carnaval. Estamos discutindo medidas distintas para o carnaval do Sambão e outras que podem ser aplicadas ao carnaval de rua"
Nésio Fernandes - Secretário de Estado da Saúde
Nésio afirmou que olha com atenção as decisões tomadas por outras capitais que optaram por cancelar o carnaval de rua. O Rio de Janeiro, por exemplo, manteve os desfiles das escolas de samba, mas não terá, pelo segundo ano consecutivo, as festas nas ruas.

VACINAÇÃO AINDA NÃO É SUFICIENTE

É o segundo ano seguido em que a pandemia do novo coronavírus se torna um obstáculo para o carnaval no Espírito Santo e em quase todo o Brasil. No Estado, o secretário Nésio Fernandes classificou a cobertura vacinal como "insuficiente".
"Temos uma cobertura vacinal insuficiente para enfrentar a variante Ômicron. Precisamos avançar nas aplicações de segundas e terceiras doses", disse.
Nésio ainda pediu que os capixabas rejeitem qualquer tese antivacina: "Todas as vacinas aprovadas e disponíveis no Plano Nacional de Imunização são segurar e eficazes".

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