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Sem solução

Obra em ponte interditada entre Baixo Guandu e Colatina não tem data para começar

Interdição teve início em 12 de março e impede a passagem de caminhões e outros veículos de grande porte pelo local, na BR 259

Publicado em 30 de Abril de 2025 às 19:21

Wilson Rodrigues

Publicado em 

30 abr 2025 às 19:21
interdição parcial da ponte Fontenelle, que fica sobre o Rio Doce e liga Baixo Guandu a Colatina, no Noroeste do Espírito Santo,
Buraco em ponte entre Baixo Guandu e Colatina foi mostrado por deputado durante sessão virtual da Assembleia Legislativa Crédito: TV Ales/Reprodução de vídeo
Quase dois meses após a interdição parcial da ponte Fontenelle, que fica sobre o Rio Doce, no km 82 da BR 259, e liga Baixo Guandu a Colatina,  no Noroeste do Espírito Santo, o bloqueio continua e ainda não há data para a obra começar.
Nesta quinta-feira (30), o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) informou que "está em fase de conclusão das análises e diagnósticos técnicos que vão subsidiar a elaboração de um plano de trabalho emergencial para a execução das intervenções necessárias no prazo de até 180 dias".
Quando houve a interdição da ponte, em 12 de março, o Dnit informou que o bloqueio parcial ocorreria para a realização de manutenção e justificou a medida como necessária “para garantir a segurança dos trabalhadores e usuários que trafegam pela via”, como constava no comunicato. Foi estipulado, então, o prazo de 180 dias (seis meses) para a conclusão das obras, mesmo tempo previsto na nota divulgada nesta quinta (30).  “Ressaltamos que o trecho conta com operação de tráfego que permite a passagem de ônibus escolares, veículos de emergência e veículos leves”, informa órgão.
O problema foi alvo de manifestação do deputado estadual Sergio Meneguelli (Republicanos) durante sessão virtual da Assembleia Legislativa nesta quarta-feira (30). O parlamentar fez uma live diretamente da ponte, onde mostrou um buraco no asfalto e cobrou providências em relação à interdição. “Isso está atrapalhando. Caminhões estão dando a volta por outros lugares, passando em estradas inadequadas”, disse.
“Vamos respeitar as pessoas. Vamos sacudir o Dnit no Espírito Santo. É uma vergonha! Uma obra tão importante, com um buraco desse no meio da ponte. Só está liberado para carro pequeno. Aqui perto fica o Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes) e alunos estão tendo que dar uma volta enorme. Então, fica o nosso apelo aqui às autoridades federais”, destacou o parlamentar.
Na época da interdição parcial, o Dnit informou que, durante o período de intervenção, a passagem na ponte será permitida apenas para veículos leves, operando no sistema "pare e siga". Caminhões, veículos de grande porte e ônibus não podem acessar a ponte até a conclusão dos serviços. Confira aqui rotas alternativas.

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