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Centro de Vitória

Prédio histórico de 1928 próximo ao Palácio Anchieta terá fachada restaurada

Reforma será executada em 180 dias pela Prefeitura de Vitória, a partir de recursos de um edital do governo do Estado; investimento é de R$ 620 mil

Publicado em 16 de Outubro de 2025 às 15:26

Vinicius Zagoto

Publicado em 

16 out 2025 às 15:26
Edifício Morgado Horta será restaurado no Centro de Vitória
Edifício Morgado Horta será restaurado no Centro de Vitória Crédito: Vitor Jubini
Localizado no Centro de Vitória, ao lado do Palácio Anchieta, o Edifício Morgado Horta terá a fachada restaurada pela Prefeitura de Vitória por meio de um edital da Secretaria de Estado da Cultura (Secult). Com investimento de R$ 620 mil, a expectativa é que a obra fique pronta em seis meses.
As intervenções previstas incluem restauração de fachadas e sacadas, recuperação de esquadrias de madeira e vidro, substituição de telhas quebradas, retirada de estruturas que descaracterizam a arquitetura original do prédio e recomposição de elementos históricos.
Os recursos para as intervenções vêm do programa de coinvestimento Fundo a Fundo, do governo do Estado, que prevê a restauração do patrimônio material tombado, bens móveis e imóveis, reconhecidos na forma da lei, no qual os recursos podem ser aplicados de três formas:
  1. Elaboração de projeto executivo
  2. Investimento em obra
  3. Aquisição de equipamentos e mobiliário
Segundo a prefeitura, o Morgado Horta é identificado como de interesse de preservação histórica desde o primeiro Plano Diretor Urbano (PDU) de Vitória, de 1984, e mantido com essa classificação até hoje.
Inaugurado em 1928, o edifício já foi sede da primeira faculdade de direito de Vitória e escola de comércio, de acordo com informações levantadas pela prefeitura e pelo dono do imóvel, o empresário Maurício Meireles.
O proprietário contratou um projeto arquitetônico por conta própria para restaurar a fachada e contou com a orientação da prefeitura. Depois, dentro das três modalidades disponíveis no Fundo a Fundo, o Executivo municipal participou do edital do Estado e foi contemplado com o recurso para executar a obra.
O prédio tem quatro andares, incluindo o térreo, onde funcionava uma loja de utilidades para o lar, mas que fechou. Em conversa com a reportagem de A Gazeta nesta quinta-feira (16), o proprietário da edificação disse que a expectativa é que o espaço seja reaberto e ganhe novas lojas.
“Adquirimos o prédio em 1997. Fechamos a loja que estava lá e estamos fazendo a reforma interna. Estamos avaliando várias opções, desde a inauguração de outras lojas até mesmo algo cultural com o setor público para movimentar a região”, declarou Meireles.
De acordo com o secretário de Estado de Cultura, Fabricio Noronha, a aplicação dos recursos do Fundo a Fundo independe de o imóvel estar em funcionamento ou não.
“A recuperação desse imóvel é inerente à atividade dele. É importante que a gente preserve por conta do valor histórico dessa volumetria para a história. No caso desse prédio, já passaram por ali várias atividades importantes da economia. Esse é o objetivo maior, a gente recuperar. Da nossa parte, o importante é a recuperação, a valorização desses ícones arquitetônicos do Centro de Vitória”, declarou o secretário, em conversa com A Gazeta.
Prédio histórico de 1928 próximo ao Palácio Anchieta terá fachada restaurada

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