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Após mais de 30 anos

Rodoviária de Vitória volta a ser administrada pelo governo do Estado

Segundo a Ceturb, a concessão à Contermi, que era gestora do terminal, chegou ao fim em fevereiro deste ano. A companhia destacou que não há previsão de redução de taxas de embarque cobradas junto aos passageiros

Publicado em 07 de Julho de 2021 às 18:07

Daniel Pasti

Publicado em 

07 jul 2021 às 18:07
Rodoviária de Vitória
Rodoviária de Vitória voltou a ser administrada pelo Governo do Estado após 30 anos Crédito: Carlos Alberto Silva
Rodoviária de Vitória voltou a ser administrada pelo governo do Estado após cerca de 30 anos. A informação foi confirmada pela Companhia Estadual de Transportes Coletivos de Passageiros do Estado do Espírito Santo (Ceturb-ES), que indicou que o contrato de concessão com a Contermi Administradora de Terminais Rodoviários chegou ao fim em fevereiro deste ano.
A companhia ainda explicou que, desde então, a Ceturb e a Secretaria de Mobilidade e Infraestrutura (Semobi) ficam responsáveis pela administração do espaço, manutenção e realização de melhorias no espaço e na qualidade do serviço prestado ao usuário.
Rodoviária de Vitória volta a ser administrada pelo governo do Estado
A Ceturb ressaltou, porém, que ainda não há previsão de redução de taxas de embarque cobradas dos passageiros. A companhia alega que os valores recolhidos são importantes para custear as despesas decorrentes do funcionamento da Rodoviária.
A reportagem de A Gazeta tentou entrar em contato com a Contermi, mas até a publicação desta matéria não obteve retorno. Assim que houver um posicionamento, este texto será atualizado.
Em 2019, quando parte da estrutura da Rodoviária de Vitória que fica sobre o mar teve de passar por reforma, a renovação do contrato de concessão do terminal já havia sido citado pela secretaria Estadual de Gestão e Recursos Humanos, Lenise Loureiro.
Questionada a respeito da utilização do espaço depois da obra de manutenção, a secretária informou que, após as intervenções, o governo estudaria a melhor forma de aproveitamento do espaço, pensando também na renovação do contrato de concessão da rodoviária, que venceria em 2021.

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