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Desinformação

Santa Rita: infectologista faz alerta sobre fake news envolvendo o caso

Médica nega informações sobre agravamento dos casos e pede que população evite espalhar boatos sobre a contaminação no hospital

Publicado em 27 de Outubro de 2025 às 17:59

Nayra Loureiro

Publicado em 

27 out 2025 às 17:59
A infectologista Carolina Salume fez um alerta nas redes sociais sobre a disseminação de informações falsas acerca dos casos de infecção registrados no Hospital Santa Rita de Cássia, em Vitória. Em vídeo publicado nesta segunda-feira (27), a médica afirmou que não há definição do agente causador da doença e negou que todos os pacientes estejam em estado grave.
Carolina também destacou que mensagens que circulam em aplicativos de conversa e redes sociais afirmam, de forma incorreta, que a bactéria responsável seria a Legionella, considerada grave. “Isso não é verdade. Temos vários exames sem nenhum resultado conclusivo até o momento e outros em andamento que ainda não tem resultado”, reforçou.
A médica pediu que a população não compartilhe informações sem confirmação oficial, alertando que o medo e o pânico podem prejudicar o tratamento de pacientes oncológicos atendidos no hospital. “Fake news fazem com que o paciente com câncer tenha medo de vir receber o tratamento, o que pode agravar o quadro”, disse.
Vídeo publicado por médica infectologista nesta segunda-feira (27) desmente informações faltas sobre contaminação em hospital de Vitória
Vídeo publicado por médica infectologista nesta segunda-feira (27) desmente informações faltas sobre contaminação em hospital de Vitória Crédito: Ricardo Medeiros | Redes sociais

Histórico do caso

Os casos de contaminação começaram a ser observados no dia 19 de outubro, quando funcionários da ala de oncologia apresentaram sintomas semelhantes aos de pneumonia. Desde então, foram confirmados 33 casos de contaminação entre profissionais do hospital.
Atualmente, seis estão hospitalizados, três deles em Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Uma pessoa está em estado grave, mas estável. A principal suspeita é de contaminação na água ou no sistema de ar-condicionado. A presença de pombos nas imediações do hospital também é investigada. A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) segue apurando o caso e recolhendo amostras de materiais para análise laboratorial.

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