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Superação

Tratamento faz paciente de hospital de Vitória voltar a andar após 2 anos acamado

Daniel Oliveira, 56 anos, passou por uma neurocirurgia que restaurou grande parte da mobilidade e permitiu que ele voltasse a realizar atividades diárias de forma independente

Publicado em 13 de Maio de 2024 às 16:58

Redação de A Gazeta

Publicado em 

13 mai 2024 às 16:58
Daniel Oliveira e a filha Patrícia Guedes
Daniel Oliveira e a filha Patrícia Guedes. Ele voltou a andar após dois anos acamado em uma cama hospitalar  Crédito: Reprodução/Sesa
Superação. É a palavra que resume a história de Daniel Oliveira, de 56 anos. Em fevereiro deste ano, ele passou por um tratamento no Hospital Estadual Central (HEC), em Vitória, que o permitiu levantar após dois anos acamado.
Ele iniciou o processo tratando uma infecção que afetou havia afetado a coluna lombar. Em seguida, passou por uma neurocirurgia para fazer a descompressão da medula cervical. O procedimento restaurou grande parte da mobilidade e permitiu que Daniel voltasse a realizar atividades diárias de forma independente.
"Quem o viu antes não acredita na mudança. As pessoas da unidade de saúde que o viram antes e o veem agora ficam surpresas. Até o motorista da ambulância comentou como ele mudou"
Patrícia Guedes - Filha
Com o apoio da filha, o paciente fez questão de ficar em pé na cadeira de rodas, durante uma consulta, para mostrar a nova conquista. Mesmo com os avanços, ele continuará fazendo fisioterapia e tratamentos ortopédicos para tratar problemas neuromotores. “Eu não movia as pernas, mas, depois da cirurgia, comecei. Estou fazendo muita fisioterapia”, disse.
O procedimento e o diagnóstico do paciente foram realizados pela equipe de neurocirurgiões do HEC, que é um hospital de referência estadual, realizando atendimentos cirúrgicos de média e alta complexidade. A filha do paciente, Patrícia Guedes, ressaltou o quanto isso significa para a vida do pai e da família.
“Depois de dois anos sem usar sapatos, ele calçou um pela primeira vez. Ele ganhou muita mobilidade. Eu e meu irmão dividíamos os cuidados, e o meu pai não saía da cama nem para suas necessidades fisiológicas. Agora, com a mobilidade, todos ganhamos independência”, comemorou a filha.

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