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Dores do Rio Preto

Vídeo: casal absolvido por morte de criança no ES planeja ter outro filho

Os lavradores, Adeildo Souza da Silva, 29 anos, e Luane Monique Moura Silva, 31 anos, tentam retomar a vida na casa nova que ganharam dos pais de Luane e planejam ter um outro filho

Publicado em 08 de Novembro de 2021 às 11:31

Vilmara Fernandes

Publicado em 

08 nov 2021 às 11:31
É em meio ao cafezal, na casa que ganharam dos pais, que o casal de lavradores Adeildo Souza da Silva, 29 anos, e Luane Monique Moura Silva, 31 anos, está recomeçando a sua vida, em Dores do Rio Preto. Eles foram absolvidos, no último dia 29 de setembro, das acusações de assassinato do filho de 5 anos, Artur, morto em agosto de 2018.
A dor de perder o filho e passar, quase três anos, preso, acusado pela morte do filho e por tortura ainda é grande, relata Adeildo. “A dor que está aqui dentro (peito) é de amargura”, diz.
Na casa construída para eles, pelos pais de Luane, é onde agora sonham reconstruir suas vidas e ter outro filho para fazer companhia para a pequena Amanda, 10 anos, filha do primeiro casamento de Luane. “Penso em ter outro filho e viver feliz”, conta Luane. Assista ao relato completo no vídeo.

RELEMBRE O CASO

Três anos após a morte de Artur Moura Silva, de 5 anos, os pais do menino, Luane Monique de Moura Silva e Adeildo Souza da Silva, foram absolvidos pela Justiça da acusação dos crimes de homicídio, omissão e tortura do filho. A criança morreu no dia 15 de agosto de 2018 e o caso chocou os moradores de Dores do Rio Preto, na Região do Caparaó. O casal ficou preso por quase 3 anos e foi inocentado em setembro de 2021.
O caso foi a júri popular no dia 29 de setembro de 2021. Apesar da denúncia feita pelo Ministério Público do Espírito Santo (MPES) em 2018, o órgão mudou sua análise do caso e informou, em nota enviada à reportagem de A Gazeta, que o que foi apurado na fase policial não correspondeu aos fatos que levaram à circunstância da morte. Ou seja, a Polícia Civil errou no início da investigação, segundo o Ministério Público. A defesa do casal também já se manifestou e afirma que não ocorreram tortura e agressões, como a Polícia havia afirmado à época.

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