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Seis parcelas

BR 262: primeira parcela do dinheiro para iniciar duplicação já está com a União

Ao todo, governo do Espírito Santo vai destinar R$ 2,3 bilhões do Acordo de Mariana para possibilitar o início da obra

Publicado em 19 de Agosto de 2025 às 14:21

Vinicius Zagoto

Publicado em 

19 ago 2025 às 14:21
governo do Espírito Santo já iniciou o repasse de recursos do Acordo de Mariana à União, via Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), para custear as obras de duplicação da BR 262 no Estado. No total, serão transferidos R$ 2,3 bilhões para possibilitar a execução de parte do projeto rodoviário, orçado em R$ 8 bilhões. A expectativa é que o restante seja custeado com emendas parlamentares.
Após nove anos de negociação, desde o rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (MG), o acordo de reparação foi assinado em outubro de 2024, prevendo o pagamento de R$ 170 bilhões em ações reparatórias e compensatórias.
O montante de R$ 170 bilhões contempla R$ 38 bilhões que Vale e BHP Billiton, acionistas da Samarco, já aplicaram em reparações; R$ 33,5 bilhões estimados para as obrigações que ainda ficam a cargo das mineradoras; e, aproximadamente, R$ 98,5 bilhões em “dinheiro novo”, que ainda será pago aos cofres públicos no prazo de 20 anos.
No anexo 13 do acordo ficou definido que parte do valor a ser repassado ao Espírito Santo e a Minas Gerais — Estados afetados pelo derramamento da lama — deve ser utilizado em infraestrutura. O governo capixaba, por exemplo, decidiu destinar R$ 2,3 bilhões para a duplicação da BR 262. 
Conforme apurado por A Gazeta com a Secretaria de Estado de Recuperação do Rio Doce (Serd), parte do montante já foi enviada à União. Serão seis parcelas de R$ 380 milhões. A primeira foi dividida em duas, sendo uma parte depositada logo após a homologação do acordo, que ocorreu em novembro de 2024, e a outra em maio de 2025.
A partir de agora serão repassadas as próximas cinco parcelas, que devem ser pagas todo mês de maio pelos próximos cinco anos. Esse recurso será utilizado pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) para tirar o projeto da BR 262 do papel e iniciar a duplicação.

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