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Custo de R$ 8 bilhões

Com túnel em Venda Nova, duplicação da BR 262 começará em abril de 2026

Subsecretário de Recuperação do Rio Doce, Ricardo Iannotti, afirmou que a construção vai durar seis anos e que não pode haver atraso

Publicado em 29 de Maio de 2025 às 18:16

Vinicius Zagoto

Publicado em 

29 mai 2025 às 18:16
BR 262 em Viana
BR 262, em Viana, vai ser duplicada pelo Dnit com recursos do Acordo de Mariana Crédito: Fernando Madeira
O edital para a duplicação da primeira etapa da BR 262 no Espírito Santo será publicado em novembro e as obras estão programadas para começarem em abril de 2026, com duração de seis anos. As informações foram divulgadas pelo subsecretário de Estado de Ações Socioambientais, Saneamento e Infraestrutura, Ricardo Iannotti, durante audiência pública na Assembleia Legislativa, na última segunda-feira (26). O encontro tratou sobre melhorias e segurança em rodovias federais.
O subsecretário afirmou que o projeto de duplicação é robusto e prevê a construção de um túnel de um quilômetro de extensão em Venda Nova do Imigrante, um dos trechos com a topografia mais complicada de toda a rodovia. O anúncio confirma o que A Gazeta havia antecipado, sobre o projeto ser inspirado na Rodovia dos Imigrantes, em São Paulo.
Como adiantado por A Gazeta, a duplicação total até a divisa com Minas Gerais vai custar R$ 8 bilhões, o equivalente à construção de mais de 15 contornos do Mestre Álvaro. O secretário destacou que os três trechos iniciais, da Região Metropolitana até a Região Serrana, estão orçados em cerca de R$ 5,5 bilhões.
Com túnel em Venda Nova, duplicação da BR 262 começará em abril de 2026
A subsecretaria representada por Ricardo Iannoti faz parte da estrutura da Secretaria de Recuperação do Rio Doce (Serd). O subsecretário foi convidado pelos deputados para participar da audiência realizada pelas comissões de Infraestrutura e Finanças, pois o governo estadual vai utilizar R$ 2,3 bilhões do Acordo de Mariana – voltado a reparar os danos causados pelo rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (MG), em 2015 – para custear parte da duplicação.
"A gente começa em 2026 e tem seis anos para terminar. É uma obrigação judicial. Isso não é uma opção do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) de fazer ou do governo do Estado, de concordar ou não. Vai ter que ser feito em 6 anos. É o que está no acordo homologado pelo STF (Supremo Tribunal Federal)", disse Iannotti.
De acordo com o subsecretário, o recurso do Acordo de Mariana está aportado no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social. "O BNDES vai fazer o procedimento (repasse do dinheiro) sem burocracia nenhuma. O Estado vai participar de todas as etapas como fiscalizador do recurso. Vamos criar uma comissão interna para acompanhar."
Ricardo Ianotti afirmou que já visitou os municípios por onde a BR 262 passa para conversar com os prefeitos sobre as intervenções, junto com o superintendente do Dnit-ES, Romeu Scheibe Neto.
As informações divulgadas pelo subsecretário reforçam a expectativa de que o edital seja publicado ainda em 2025, mas apontam que a obra não deve começar este ano. O prazo havia sido anunciado anteriormente pelo ministro dos Transportes Renan Filho, que prometeu que o projeto sairia do papel até dezembro deste ano.

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