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Economia

Confiança do empresário do comércio no ES fica acima da média nacional

Levantamento da Federação do Comércio do Espírito Santo revela que o Estado ainda tem os melhores indicadores do Sudeste em relação ao avanço das empresas

Publicado em 29 de Outubro de 2025 às 19:43

João Barbosa

Publicado em 

29 out 2025 às 19:43
Levantamento com dados locais e nacionais revelam índices satisfatórios para a economia capixaba
Levantamento com dados locais e nacionais revelam índices satisfatórios para a economia capixaba Crédito: Pexels
As empresas do Espírito Santo estão crescendo e os empresários estão mais confiantes com o desenvolvimento de seus próprios negócios no Estado. Levantamento da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Espírito Santo (Fecomércio-ES) revela que os indicadores capixabas são os melhores da Região Sudeste quando considerada a satisfação dos empreendedores.
Segundo material divulgado pela entidade nesta quarta-feira (29), em uma escala de 0 a 200, o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) do Espírito Santo chegou a marca de 103,1 pontos em setembro, acima da linha de satisfação, que é de 100. O indicador capixaba supera os índices de Minas Gerais (99,3), do Rio de Janeiro (95,6), de São Paulo (93,9) e também a média nacional, de 98,5 pontos.
O levantamento conta ainda com informações da Confederação Nacional de Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e, segundo André Spalalenza, coordenador do Observatório do Connect Fecomércio-ES, os dados demonstram maior resiliência do empresariado capixaba, mesmo diante de um cenário nacional que demanda cautela na economia.
“O Espírito Santo mantém índices de confiança acima da média, o que revela uma postura mais otimista e planejada dos nossos empresários. Isso é resultado de uma economia mais equilibrada e de um comércio que tem mostrado capacidade de adaptação e gestão eficiente”, avalia Spalenza.
A pesquisa, conforme registra a Fecomércio-ES, aponta que o subíndice de ‘expectativas futuras’ foi o mais expressivo, alcançando 121 pontos, o que significa que os empresários seguem confiantes no desempenho de suas próprias empresas, do setor e da economia.
Isso se baseia, principalmente, na proximidade de datas como Black Friday e Natal, que devem movimentar mais de R$ 18 bilhões no Espírito Santo neste fim de ano. Entre os indicadores, a pesquisa demonstra que estimativa de ‘intenção de investimentos’ está na faixa de 107,4 pontos.
André Spalenza explica que as empresas de maior porte têm impulsionado o indicador ‘condições atuais’, que avalia o negócio, a economia e o setor.
“As empresas com mais de 50 funcionários apresentaram crescimento de 9,2% no mês e 11,3% no ano, o que sugere maior segurança nas próximas decisões. Esse desempenho pode estar relacionado à maior capacidade financeira e estrutural dessas empresas, que conseguem absorver melhor oscilações econômicas e manter estabilidade em períodos de ajuste sazonal. Além disso, pode sinalizar um cenário de confiança e retomada gradual”, projeta.
O clima de otimismo também é sentido pelo empresariado. Para Mauricio Meireles, presidente do Sindilojas Vitória, o momento é de acreditar e agir com confiança.
“O otimismo precisa prevalecer entre os empresários. Mesmo com as oscilações do cenário global, o comércio capixaba tem se mostrado forte e preparado para crescer. Já vemos as lojas se mobilizando para as vendas de fim de ano, como o Natal, o que cria um ambiente favorável e estimula o consumo”, argumenta Meireles.
Ainda segundo o empresário, a transformação do comportamento do consumidor também tem exigido novas estratégias.
“O mercado virtual vem ganhando cada vez mais espaço e importância, e isso exige que as lojas físicas se adaptem. O caminho para o sucesso passa por integrar esses dois ambientes, adotando estratégias híbridas que combinam a presença digital com a experiência presencial. As empresas que já compreenderam essa necessidade e estão investindo nesse modelo híbrido têm colhido resultados melhores, conquistando clientes de forma mais consistente e garantindo maior competitividade”, finaliza.
* Com informações de Fecomércio-ES

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