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Edital em novembro

Duplicação da BR 262 vai depender de verba federal e emenda parlamentar

Governo do Estado vai usar R$ 2,3 bilhões do Acordo de Mariana para custear parte da obra, mas o recurso não vai ser suficiente para bancar tudo

Publicado em 13 de Junho de 2025 às 13:49

Vinicius Zagoto

Publicado em 

13 jun 2025 às 13:49
Rodovia BR 262 em Viana
BR 262, em Viana: a rodovia vai passar por obras de duplicação Crédito: Fernando Madeira
Duplicação da BR 262 vai depender de verba federal e emenda parlamentar
Os R$ 2,3 bilhões do Acordo de Mariana que o governo do Espírito Santo pretende usar na duplicação da BR 262 não serão suficientes para concluir a primeira etapa das intervenções, entre a Grande Vitória e a Região Serrana do Estado. O vice-governador Ricardo Ferraço (MDB) estima que serão necessários recursos da União e articulação da bancada federal para completar o valor do custo desse trecho da obra.
"Por certo, (o restante do recurso) vem do governo federal e de aporte de emendas da bancada federal. O Contorno do Mestre Álvaro teve grande suporte de emendas da bancada federal. Então, se você tem o objetivo de R$ 5,5 bilhões e você já tem R$ 2,3 bilhões, já dá para você começar. A gente não precisa ter todos os recursos no momento inicial. A gente precisa começar essa obra. É uma obra inadiável para os capixabas e mineiros", declarou o vice-governador.
Como antecipado por A Gazeta, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) estima que a obra toda, da Região Metropolitana até a divisa com Minas Gerais, custe R$ 8 bilhões. A primeira etapa, até a Região Serrana, está orçada em R$ 5,5 bilhões. O edital está previsto para ser publicado em novembro e as obras programadas para começarem em abril de 2026.
No caso do Contorno do Mestre Álvaro, citado pelo vice-governador, cerca de 70% da obra foi custeada pela bancada federal capixaba em Brasília, com os parlamentares destinando praticamente todas as emendas a partir de 2019 para possibilitar a construção do eixo viário.
Ferraço destacou que o projeto já está sendo apresentado pelo Dnit aos municípios capixabas e o avaliou como complexo, mas "viável e inadiável".

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