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Espírito Santo fecha 3.348 postos de trabalho em junho, maior número do país

Estado foi o único com saldo negativo de empregos no país no mês de junho, resultado puxado pelas demissões de trabalhadores da colheita do café

Publicado em 04 de Agosto de 2025 às 18:01

Leticia Orlandi

Publicado em 

04 ago 2025 às 18:01
Espírito Santo registrou o fechamento de 3.348 postos de trabalho em junho, tendo sido o único Estado do país a apresentar saldo negativo de empregos formais. O saldo é resultado de 46.033 admissões e 49.381 desligamentos no mês. 
Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta segunda-feira (4) pelo Ministério  do Trabalho e Emprego. Junho foi o primeiro mês de 2025 em que o Espírito Santo teve saldo negativo dos empregos com carteira asinada. A última vez que os desligamentos foram superiores às contratações foi registrada em dezembro, quando o Estado teve fechamento de 7.203 postos.
No Espírito Santo, as demissões foram lideradas pelo fechamento de vagas nas lavouras de cultivo do café, que totalizaram 3.749 demissões. Como outros setores da economia capixaba contrataram mais do que demitiram, isso permitiu que o saldo total do Estado fechasse em 3.348 postos a menos. 
A cidade que liderou o número de demissões foi Sooretama, com fechamento de 1.349 postos de trabalho, seguida por Jaguaré, com redução de 867 e Vila Velha com 814. 
No geral, o Espírito Santo teve 4.893 demissões na agropecuária e 42 no setor de serviços. Em contrapartida, as contrações do comércio lideraram (1.193), seguida pela construção, com 357 e indústria com 37. O salário médio de contratação no Espírito Santo em junho foi de R$ 2.124,33.
Dados do Ministério do Trabalho apontam que a maior parte dos desligados foi de homens (3.669), enquanto as mulheres tiveram saldo positivo de 321. Possuem fundamental incompleto 2.439 desligados e 735 têm  fundamental completo. Avaliando por faixa etária, 1.874 dos deligados tem entre 30 a 39 anos e 1001 entre 25 e 29 anos. 

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