Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

Petróleo e gás

Petrobras finaliza instalação submarina de navio-plataforma no Sul do ES

Embarcação Maria Quitéria terá capacidade de produzir 100 mil barris por dia, no campo de Jubarte, no litoral sul capixaba

Publicado em 18 de Setembro de 2024 às 10:36

Leticia Orlandi

Publicado em 

18 set 2024 às 10:36
Navio Maria Quitéria da Petrobras chega ao Espírito Santo
Navio Maria Quitéria da Petrobras chega ao Espírito Santo Crédito: Divulgação/Yinson
O navio-plataforma Maria Quitéria, da Petrobras, concluiu, nesta semana, as suas instalações submarinas no Espírito Santo. O início da operação da unidade do tipo FPSO é aguardado para aumentar a produção de petróleo no Estado, visto que tem capacidade de produzir 100 mil barris de óleo do pré-sal por dia e 5 milhões de metros cúbicos de gás.
A embarcação teve a interligação concluída de dutos flexíveis e umbilical do primeiro poço que vai operar a plataforma no campo de Jubarte, no Litoral Sul do Espírito Santo, na Bacia de Campos. Mas, para a retirada do primeiro óleo, ainda são necessárias outras etapas. 
"Estas operações são feitas com o auxílio de embarcações chamadas Pipe Lay Support Vessels (PLSVs), que fazem a conexão das linhas e umbilicais nas árvores de natal (ANM) do poço e os lançam em direção à plataforma até sua conexão na unidade, o que chamamos de pull in. Essa etapa é feita por meio da transferência dos sistemas do PLSV para os sistemas do FPSO", detalhou a Petrobras.
A unidade saiu da China em maio e chegou ao Brasil no início de agosto. O início das operações, que antes estava previsto para 2025, teve cronograma adiantado, e o começo da produção deve ocorrer ainda em 2024, no último trimestre.
Segundo informações da Petrobras, com a conclusão dessa etapa, o FPSO Maria Quitéria está pronto para o comissionamento de sistemas e, após o recebimento das autorizações necessárias da Agência Nacional do Petróleo (ANP) e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), poderá retirar o primeiro óleo, o que estava previsto ainda para o final de 2024.
Petrobras finaliza instalação submarina de navio-plataforma no Sul do ES
A produção do FPSO será aumentada gradativamente na medida em que mais poços forem conectados ao FPSO. Ao todo serão 16 poços interligados à unidade, sendo 8 injetores e 8 produtores. O pico de produção da unidade é esperado que ocorra em 2026, quando se deve atingir a capacidade de produção de óleo nominal da unidade.
O poço com a conexão finalizada é o primeiro dos 16 que serão interligados à unidades, sendo oito injetores e oito produtores. A interligação dos poços ao FPSO será feita gradativamente, quando a produção também será aumentada até chegar à sua capacidade total.
"É esperado que o pico de produção da unidade ocorra em 2026, quando deve atingir a capacidade de produção de óleo nominal da unidade", afirma a Petrobras.
O navio-plataforma tem tecnologias para descarbonização, como o ciclo combinado na geração de energia, que vai resultar em menor emissão de gases do efeito estufa, de acordo com a estatal.
O Ibama e a ANP foram procurados para comentar o andamento das licenças, mas ainda não deram retorno.

Correção

18/09/2024 - 3:22
Após a publicação da reportagem, a Petrobras informou que o navio-plataforma Maria Quitéria ainda não está pronto para produzir o primeiro óleo. O título e o texto da matéria foram corrigidos.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Fernando Tatagiba
Parte 2: para o aniversário de morte de Fernando Tatagiba
Presídio
Quanto custa manter cada preso do sistema carcerário do ES
Imagem de destaque
Livro conta a história dos bairros de Vila Velha desde o século XVI

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados