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Estreia nesta sexta

Rede de hospitais é 3ª empresa do ES a entrar na Bolsa e já mira expansão

Kora Saúde, dona da Rede Meridional, realiza a oferta pública inicial de ações (IPO) na B3, a Bolsa de Valores de São Paulo. Planos são de ampliação da atuação pelo país

Publicado em 12 de Agosto de 2021 às 21:12

Caroline Freitas

Publicado em 

12 ago 2021 às 21:12
Rede Meridional
Hospital da Rede Meridional em Cariacica é o mais antigo do grupo Crédito: Rede Meridional/Divulgação
Uma das maiores redes de hospitais privados do país, a capixaba Kora Saúde, dona da Rede Meridional, se tornará a terceira companhia criada no Espírito Santo a negociar ações na Bolsa de Valores brasileira, a B3, em São Paulo.  O grupo hospitalar vai estrear no mercado de ações nesta sexta-feira (13) com a realização da oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês).
Rede de hospitais é Terceira empresa do ES a entrar na Bolsa e já mira expansão
Com os recursos arrecadados, a companhia já mira uma expansão dos negócios, com aquisição de mais ativos, ampliando a rede que conta hoje com 11 unidades próprias. O grupo, que nasceu com o Hospital Meridional Cariacica, em 2001, tem sete hospitais no Espírito Santo, além de duas unidades em Tocantins, uma em Brasília e uma no Mato Grosso.
Na estreia na Bolsa, cada ação da Kora Saúde será comercializada a R$ 7,20. A oferta, contudo, é restrita a investidores profissionais com valor equivalente ao piso da faixa indicativa de preço.
O CEO da Kora Saúde, Antônio Alves Benjamim Neto, destacou que a rede pretende utilizar os recursos provenientes da oferta primária para diversos fins, mas que, de modo geral, tem como objetivo a ampliação das operações do grupo.
"Queremos fazer uma expansão inorgânica através de aquisição de ativos, ampliação dos ativos já existentes, inauguração de novos hospitais e expansão de outros segmentos hospitalares (oncologia, imagem, diagnóstico)"
Antônio Alves Benjamim Neto - CEO da Kora Saúde
A empresa já havia manifestado, anteriormente, a intenção de fazer sua estreia na B3. A primeira tentativa de IPO, entretanto, foi cancelada ao final do mês de abril, conforme mostrou a colunista de A Gazeta, Beatriz Seixas.
Agora, com a aprovação do Conselho de Administração do grupo, a companhia aponta que o efetivo aumento do capital social será de R$ 106,93 milhões, com a alocação do montante de R$ 662,98 milhões para a reserva de capital, mediante a emissão de 106.933.444 ações ordinárias. Já no âmbito da oferta restrita, o novo capital social passará a ser de R$ 322,05 milhões, dividido em 750.671.842 ações.
Em seus 11 hospitais, a Kora Saúde soma 1.272 leitos, dos quais 293 de Unidade de Tratamento Intensivo (UTI). O grupo também fornece serviços de oncologia ambulatorial, bem como apoio diagnóstico a pacientes particulares ou através de empresas conveniadas, companhias seguradoras, entidades de assistência médico-hospitalar e cooperativas de saúde.

CAPIXABAS NA BOLSA

Antes da Kora Saúde, os únicos negócios criados no Espírito Santo que estavam na  B3 eram a Fertilizantes Heringer, que abriu capital em 2007, e o Banestes, que está na Bolsa desde 1977.
Recentemente, a Vix Logística, empresa do Grupo Águia Branca, também pediu autorização da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para abrir capital na B3. Com esse passo já dado, a empresa tende a ser a quarta capixaba no mercado de ações nacional.

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