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ATO NA SEDU

Manifestação contra cortes na educação toma avenidas de Vitória

Diferentes grupos se concentraram na Avenida Vitória, no Ifes, e outro na Fernando Ferrari, na Ufes

Publicado em 31 de Maio de 2019 às 00:20

Publicado em 

31 mai 2019 às 00:20
Protesto em Vitória contra cortes na educação Crédito: Bernardo Coutinho | GZ
Manifestantes realizaram nesta quinta-feira (30) um ato contra os cortes de verbas na educação e contra à reforma da Previdência. A concentração teve início às 16h na Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) e também em frente ao Ifes da Avenida Vitória. Os manifestantes seguiram simultaneamente em direção à Secretaria de Estado da Educação (Sedu), onde o ato foi finalizado às 20h30.
Protesto contra cortes na educação e reforma da Previdência é realizado em Vitória
A Polícia Militar e a Guarda Municipal de Vitória acompanharam o protesto que transcorreu sem nenhuma ocorrência. Segundo a Secretaria de Estado de Segurança (Sesp), 4,5 mil pessoas participaram do protesto. Já a organização estimou o público em sete mil pessoas, sendo cinco mil da Ufes e dois mil do Ifes.
O grupo passou pelas Avenidas Fernando Ferrari, Reta da Penha, Rio Branco, Leitão da Silva e Cézar Hilal.
A tecnóloga mecânica Lúcia Freire fez questão de ir ao protesto Crédito: Patrícia Scalzer
A tecnóloga mecânica Lúcia Freire fez questão de ir ao protesto acompanhada dos dois filhos. Ex-estudante do Ifes e também da Ufes, ela se diz preocupada com o contingenciamento na educação. “Eu vejo com muita tristeza. Se eu passei por lá e cheguei onde cheguei, gostaria que essas gerações também chegassem. Por isso estou aqui dando meu testemunho”, afirmou.
O aposentado e cientista social Faustino Carneiro, 71 anos, diz que é ex-estudante da Ufes e nunca presenciou badernas na universidade como ele ouviu algumas pessoas comentando. “Tem festas legais aqui e eu participei. Estou com 71 anos, quando me formei estava com 60 anos e sempre participei com a galera, nunca vi balbúrdia, só festa com bebidas normais, cervejinha”, contou.
Faustino Carneiro, 71 anos Crédito: Patricia Scalzer
Mestre em edificações da Ufes, Adevair Vitório da Silva, também protestou contra as mudanças na educação. "A universidade tem de ser pública e gratuita. Temos os melhores técnicos e professores. É um absurdo querer acabar com os cursos de Sociologia e Filosofia", disse.
O protesto foi convocado pelas redes sociais. Alunos, professores, pais de alunos e representantes de entidades estudantis e centrais sindicais participam do protesto.
 

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