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Recusou bafômetro

Advogado com sinais de embriaguez é detido após acidente na Avenida Vitória

Segundo a Guarda Municipal, o homem se recusou a fazer teste do bafômetro, mas estava com olhos vermelhos e odor de álcool

Publicado em 09 de Abril de 2025 às 09:30

Redação de A Gazeta

Publicado em 

09 abr 2025 às 09:30
Delegacia Regional de Vitória
Delegacia Regional de Vitória, para onde advogado detido foi levado Crédito: Carlos Alberto Silva
Um advogado de 37 anos foi detido pela Guarda Municipal de Vitória após um acidente na madrugada desta quarta-feira (9) na altura do bairro Horto, na Capital. Segundo o boletim de ocorrência registrado pela corporação, Guilherme Ribeiro Marinho estava com sinais de embriaguez – apresentava olhos vermelhos e hálito com odor de álcool. Ele se recusou a fazer o teste do bafômetro e também não queria apresentar documentos de identificação no momento da abordagem. 
Conforme registro da Guarda Municipal, o caso aconteceu logo no início da madrugada. O advogado dirigia um Hyundai HB20 quando bateu no mastro do semáforo que fica no cruzamento da rua Antônio Aleixo com a Avenida Vitória. Ele sofreu um pequeno ferimento na testa, mas não quis atendimento médico.
No boletim de ocorrência, os guardas municipais narram que Guilherme não quis entregar os documentos pessoais para conferência e nem realizar o teste do bafômetro. Apesar disso, estava com os sinais de embriaguez.
Nesse tipo de situação é feito um termo de constatação embriaguez e um auto de infração por conduzir sob efeito de álcool
Marcelo Paraguassu - Gerente de Trânsito da Guarda Municipal de Vitória
Ele foi levado para a Delegacia Regional de Vitória. A Polícia Civil informou que o advogado foi autuado em flagrante por desobedecer à ordem legal de funcionário público e por conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool. Conforme apuração da repórter Vívia Lima, da TV Gazeta, Guilherme pagou uma fiança de R$ 1,5 mil e foi liberado. 

A versão do advogado

Em depoimento na delegacia, segundo apuração da TV Gazeta, Guilherme disse que não havia bebido pois estava no período da quaresma. Ele afirmou que perdeu o controle do veículo após a noiva dele passar mal e vomitar no carro. A reportagem tentou contato com ele por ligações e mensagens, mas não teve sucesso.
A Gazeta também pediu um posicionamento da Ordem dos Advogados do Brasil - Seccional Espírito Santo (OAB-ES), mas, até a publicação deste texto, não teve retorno. 

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