Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

Massacre de Aracruz

Atirador de Aracruz manuseava armas havia dois anos, diz Polícia

Segundo delegado, ataque começou a ser pensado em 2019. Desde 2020, no entanto, atirador já se preparava aprendendo a manusear armas

Publicado em 28 de Novembro de 2022 às 14:04

Felipe Sena

Publicado em 

28 nov 2022 às 14:04
Atirador tinha suástica nazista e usou arma do pai policial militar em ataques em Aracruz
Atirador tentou guardar armas e negou autoria logo ao ser encontrado Crédito: Reprodução
Em entrevista à imprensa realizada nesta segunda-feira (28), representantes da Polícia Civil confirmaram que o jovem que realizou ataques a duas escolas em Aracruz já manuseava armas há dois anos. No domingo (27), A Gazeta noticiou que o adolescente confessou à polícia, em depoimento, o manuseio das armas.
Segundo o delegado André Jaretta, titular da Delegacia Especializada em Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Aracruz, o adolescente teria confessado que começou a planejar o atentado em 2019. No ano seguinte, em 2020, começou a se preparar para o ataque aprendendo a manusear armas.
De acordo com Jaretta, o atirador confessou que manuseava as armas para treinar quando ficava sozinho em casa. O pai do atirador é policial militar e tinha armas em casa.
“A partir de 2020, então, ele começa a se preparar, a planejar melhor como executaria essas ações. Começa a tornar isso mais próximo do plano real. Porém, isso nunca foi revelado. Aparentemente, ele não falava isso a terceiros”, contou o delegado, que seguiu: 
"Ele foi alimentando esse sentimento de ódio no interior dele"
André Jaretta - Titular da Delegacia Especializada em Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Aracruz
Segundo Jaretta, a polícia vai investigar se o atirador foi ensinado pelo pai, que é policial militar, a atirar. Contudo, no momento, a informação é de que o jovem aprendeu a manusear armas por conta própria.
“Antes do ato, sempre que tinha oportunidade de ficar sozinho, ele pegava essas armas, manuseava essas armas, sem o conhecimento de seus familiares. A fim de criar uma afinidade com aquele armamento e aprender a como manusear”, disse o delegado. 
Durante a entrevista, o delegado revelou também que, depois do atentado, o jovem voltou para a casa e devolveu as armas nos lugares onde elas eram habitualmente guardadas: uma dentro do armário, embaixo de roupas, e outra em cima do armário, trancada com um cadeado.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Imagem de destaque
Como um brasileiro buscou apoio de Thomas Jefferson, autor da independência americana, para separar o Brasil de Portugal
Fernando Tatagiba
Parte 2: para o aniversário de morte de Fernando Tatagiba
Presídio
Quanto custa manter cada preso do sistema carcerário do ES

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados