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Em Vitória

Ex-juiz tem fuzil e outras armas furtadas de arsenal em casa no ES

As armas eram de Bruno Fritoli, que acredita em crime premeditado e diz temer pela própria vida e a de familiares

Publicado em 05 de Março de 2025 às 16:53

Felipe Sena

Publicado em 

05 mar 2025 às 16:53
Um fuzil, pistolas, munições e outros materiais foram furtados da casa de um familiar do ex-juiz Bruno Fritoli, em Vitória. O crime foi percebido na manhã de segunda-feira (3), quando o dono do imóvel encontrou o local revirado e a janela aberta. As armas eram de Fritoli, um dos investigados na Operação Follow the Money, que apura um suposto esquema para saque irregular de heranças. O ex-juiz não mora no imóvel onde ficava o arsenal, acredita que o furto tenha sido premeditado e diz temer pela própria vida e a de familiares. 
A Polícia Militar foi acionada quando o crime foi descoberto. O ex-juiz explicou para os policiais que tem registro de Colecionador, Atirador desportivo e Caçador (CAC) e por isso possuía as armas. A corporação registrou em boletim que a residência foi invadida e os cadeados da porta e do portão do cômodo onde estava o arsenal foram rompidos. Entre os itens levados estão um fuzil T4 calibre 5.56, duas pistolas (uma Glock G19 e uma Taurus TH9), carregadores, munições e eletrônicos. Os policiais também observaram que a rua é um lugar conhecido pela intensa presença de usuários de drogas. O endereço do imóvel não está sendo divulgado na reportagem para preservar o familiar dono da casa.
Procurado por A Gazeta, Fritoli falou sobre o crime e desabafou que teme pela vida dele e de familiares. "Atuei por cerca de 18 anos em diversos processos criminais, já sofri ameaças. A exposição que sofri por causa dessa investigação (Follow the Money), que eu mesmo comecei em 2022, me deixa vulnerável, assim como meus familiares. Se fosse apenas comigo, mas temo muito pela segurança deles", comentou.
Fritoli disse acreditar em crime premeditado por "muitas pessoas saberem que está afastado do cargo e sem porte funcional de arma". Ele foi orientado pela PM a registrar o caso também na Polícia Civil e notificar a Polícia Federal e o Exército Brasileiro sobre o furto das armas.
A Polícia Civil informou que para ter informações sobre o caso precisaria do número de boletim registrado pela vítima, mas somente a partir de quinta-feira (6), uma vez que "não é possível ter acesso porque cartórios das delegacias não estão em funcionamento nos pontos facultativos e feriados". A reportagem também demandou a PM, o Exército e a Polícia Federal, mas não houve retorno até a publicação.

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