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30 anos de reclusão

Genro que premeditou assassinato do sogro no ES é condenado a 30 anos

O réu intermediário, Alécio Fabiano Monteiro, também foi condenado à pena de igual duração

Publicado em 26 de Março de 2019 às 20:59

Publicado em 

26 mar 2019 às 20:59
Réu é condenado como mandante de crime de homicídio do próprio sogro Crédito: Divulgação/TJES
O Tribunal do Júri de Aracruz condenou na última sexta-feira (22) Nailton Alves Oliveira por homicídio praticado contra o sogro, o fazendeiro Adirceu Grippa, que foi executado a tiros em 2009. A pena, que será iniciada em regime fechado, foi arbitrada em 30 anos e contou com a participação de outros envolvidos, que dividiram as tarefas. O genro da vítima teria sido responsável por contratar os comparsas e idealizar o crime.
O réu intermediário, Alécio Fabiano Monteiro, também foi condenado à pena de igual duração. De acordo com informações relatadas na sentença judicial, o homem seria "ligado diretamente ao submundo do crime em geral, possui alto nível de inserção criminosa" e teria oferecido a diversas pessoas R$ 5 mil pela morte de "um senhor na zona rural de Aracruz", tendo contratado os executores do crime desta forma.
Já no tocante ao primeiro condenado, responsável por premeditar a morte do sogro, o magistrado Tiago Fávaro Camata observa, durante a sentença, o comportamento perverso, covarde e frio, tendo realizado o crime contra pessoa que o tratava como filho. No velório da vítima, Nailton chegou a beijá-la na face, demonstrando frieza e calculismo.
A prisão preventiva de ambos já foi decretada e os réus, que respondiam em liberdade, já foram presos pela Polícia Militar.
O CRIME
De acordo com informações do Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES), no dia 12 de novembro de 2009, por volta das 6h30, o senhor Adirceu Grippa, homem de elevado prestígio social, foi atingido por disparos de arma de fogo enquanto trabalhava na fazenda, ordenhando vacas, às margens de uma estrada.
Dois homens não identificados teriam se aproximado em uma motocicleta vermelha, dirigindo-se até o curral em que a vítima se encontrava e atiraram contra o homem. 
Conforme denúncia do Ministério Público do estado do Espírito Santo (MPES), o motivo do crime seria a herança de Adirceu, em relação a qual o mandante do crime acreditava ser o único herdeiro. 

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