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Ataques a escolas

Há três meses, escola em Vitória foi atacada por ex-aluno

O ex-aluno tinha intenção de matar de 6 a 7 pessoas antes de forçar um confronto com a polícia e ser morto. Na manhã desta sexta (25), duas escolas de Aracruz, no Litoral Norte, foram alvo de ataques a tiros; pelo menos 3 morreram

Publicado em 25 de Novembro de 2022 às 12:12

Caroline Freitas

Publicado em 

25 nov 2022 às 12:12
É a segunda vez em cerca de 100 dias que escolas do Espírito Santo são alvos de ataques. Na manhã desta sexta-feira (25), duas escolas, uma estadual e outra particular, em Coqueiral de Aracruz, no Norte do Espírito Santo, foram alvos de ataque a tiros, deixando três mortos e pelo menos oito feridos.
Em 19 de agosto, um jovem de 18 anos, ex-aluno da escola Éber Louzada Zippinotti, em Jardim da Penha, Vitória, invadiu a unidade de ensino, com armas brancas e ameaçar matar estudantes e funcionários da instituição.
Ele foi autuado em flagrante por tentativa de homicídio qualificado por motivo fútil, com impossibilidade de defesa da vítima e contra menor de 14 anos.
Escolas sofreram ataque na manhã desta sexta-feira (25), em Aracruz, no Norte do Espírito Santo
Escolas sofreram ataque na manhã desta sexta-feira (25), em Aracruz, no Norte do Espírito Santo Crédito: Leitor | A Gazeta
No dia 23 de novembro, três meses após o ataque, a prefeitura do município anunciou um investimento de R$ 378 mil para contratação de dispositivos de segurança, o chamado botão do pânico, que permite acionamento de agentes de segurança em caso de invasão, uso de arma de fogo e presença de drogas no ambiente escolar.
Segundo a prefeitura, a ideia é expandir a tecnologia para todas as 103 unidades de ensino - 49 Centros Municipais de Educação Infantil (CMEI) e 54 Escolas Municipais de Ensino Fundamental (Emef).

Nota da Redação

A Gazeta não vai publicar detalhes sobre o ataque e sobre o autor seguindo recomendações de especialistas, em atenção ao chamado “efeito contágio”. Para os estudiosos, quando a mídia publica esse tipo de informação, aumenta a possibilidade de imitadores do ato, em busca de visibilidade e notoriedade. Este é geralmente um dos objetivos dos agressores, que passam a ser idolatrados por outros indivíduos propensos à promoção de novos massacres.

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