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Corpo carbonizado

Jovem desaparecido na Serra é encontrado morto com sinais de tortura

Caíque tinha 16 anos e foi visto pela última vez em uma festa, da qual foi retirado à força, segundo testemunhas

Publicado em 05 de Abril de 2024 às 12:58

Redação de A Gazeta

Publicado em 

05 abr 2024 às 12:58
Caíque Conceição Moreira, de 16 anos, foi encontrado morto na Av. Audifax Barcelos
Caíque Conceição Moreira, de 16 anos, foi encontrado morto na Avenida Audifax Barcelos Crédito: Divulgação | Instagram @dhpp.serra
O corpo de um adolescente de 16 anos foi encontrado com cortes, carbonizado, e já em avançado estado de decomposição às margens da Avenida Audifax Barcelos Neves, na Serra, na quinta-feira (4). Caíque Conceição Moreira estava desaparecido desde o último sábado (30), quando foi visto sendo retirado à força de uma festa no bairro Jardim Bela Vista. A suspeita da polícia é que ele tenha sido morto por traficantes. 
De acordo com apuração do repórter Caíque Verli, da TV Gazeta, parentes e colegas de Caíque, que morava no Bairro das Laranjeiras, chegaram a fazer manifestações ao longo da semana, cobrando respostas das autoridades sobre o desaparecimento do rapaz. Na tarde de quinta-feira, a Polícia Civil encontrou o corpo. Fim de uma angústia, e início de outra: é que ainda não foi possível liberar o cadáver.
"Não houve possibilidade de identificação por digital, agora a gente tem que correr e pedir a Deus para a gente conseguir fazer a identificação por digital ou por foto", contou um familiar à TV Gazeta. Ele preferiu não se identificar. 
"O que foi feito com ele, um menino de 16 anos, a família vai levar muito tempo para conseguir tirar essa dor do peito. A gente fica sem entender por que foi feito isso com um menino"
X - Familiar de Caíque
A Polícia Civil informou que o caso segue sob investigação da Divisão Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) da Serra e, até a publicação da reportagem, nenhum suspeito havia sido detido. "Informações podem ser compartilhadas de forma sigilosa por meio do Disque-denúncia (181), que é uma linha de contato gratuita, disponível em todos os municípios do Estado. As informações passadas pela comunidade podem ser cruciais para o avanço das investigações", reforçou. 

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