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Envolvimento com facção

Justiça mantém prisão de guardas de Vila Velha por tempo indeterminado

Após solicitação do Ministério Público do Espírito Santo, os agentes suspeitos de envolvimento com facção criminosa vão contnuar na cadeia

Publicado em 25 de Abril de 2026 às 13:25

Redação de A Gazeta

Publicado em 

25 abr 2026 às 13:25
O agente Iuri de Souza Silva, ex-comandante da Guarda de Vila Velha, foi preso durante operação do Gaeco
O agente Iuri de Souza Silva, ex-comandante da Guarda de Vila Velha, teve a prisão preventiva decretada Reprodução/iurisilva87/Instagram

Após solicitação do Ministério Público do Espírito Santo (MPES), a Justiça decretou a prisão preventiva de quatro pessoas — incluindo três guardas municipais de Vila Velha — por suspeita de envolvimento com a facção criminosa Primeiro Comando de Vitória (PCV). 


Os agentes Iuri de Souza Silva (ex-comandante da Guarda), Renato Alexandre Messias e Antônio Nélio Jubini, mais Washington Luiz Machado Júnior, já estavam presos temporariamente, porém, pela nova decisão, vão ficar na cadeia por tempo indeterminado.


Os acusados eram investigados na Operação Telic, conduzida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco Central) para desarticular os núcleos do PCV, que atuam na região da Grande Terra Vermelha, em Vila Velha. 


Além das prisões, também em atendimento aos pedidos do MPES, a Justiça determinou a manutenção do afastamento funcional dos guardas municipais envolvidos, com suspensão do porte de arma, distintivo e acesso a sistemas institucionais, como medida cautelar voltada à preservação da instrução processual e à prevenção de novas irregularidades.

Seis denunciados

No total, segundo o MPES, seis pessoas foram denunciadas pela prática, em tese, de crimes como tráfico de drogas, associação para o tráfico, peculato, prevaricação e violação de sigilo funcional.


Conforme aponta a denúncia do Ministério Público, os três guardas municipais investigados utilizavam as prerrogativas do cargo para desviar entorpecentes e valores de apreensões policiais, em benefício de traficantes e usuários, em troca da não realização de operações e do vazamento de informações sensíveis, entre outras irregularidades.


Os agentes deixavam, ainda segundo as investigações, de registrar formalmente parte das drogas e valores apreendidos, destinando o material à revenda no mercado criminoso ou ao consumo de outros investigados — conduta enquadrada, em tese, como peculato e tráfico de drogas.


A investigação também identificou uma rede paralela de informantes, que recebia porções de entorpecentes desviados como forma de pagamento por informações estratégicas sobre o tráfico, armamentos e rotinas de grupos criminosos.


Com informações do MPES.

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