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Tristeza

Motorista de app baleado na cabeça em Cariacica tem morte cerebral

Rafael Oliveira Santana, de 24 anos, estava internado desde que foi vítima de um tiro na cabeça enquanto fazia um corrida no bairro São Geraldo

Publicado em 06 de Dezembro de 2024 às 09:39

Júlia Afonso

Publicado em 

06 dez 2024 às 09:39
O motorista de aplicativo Rafael Oliveira Santana, de 24 anos, que levou um tiro na cabeça enquanto fazia uma corrida no bairro São Geraldo, em Cariacica, teve a morte cerebral confirmada na última quinta-feira (5). A informação foi repassada à reportagem de A Gazeta pela mãe do jovem. 
De acordo com Silvia Zuchi, o protocolo de morte encefálica foi aberto na quarta-feira (4). "Ontem, na hora da visita, eles já falaram com a gente que foi comprovada através dos exames", contou a mãe, que é enfermeira. Ela ressaltou que os órgãos do filho serão doados. 
Rafael trabalhava durante o dia como vendedor, e à noite como motorista de aplicativo. Segundo familiares, ele tinha pegado uma corrida mais distante, e havia aceitado a última com destino a Cariacica, perto do bairro São Geraldo, onde morava com a namorada. Os parentes acreditam que os suspeitos tenham anunciado o assalto dentro do carro e que, de alguma forma, o jovem tenha reagido. A mãe afirmou que os dois celulares dele e a carteira não foram localizados. 
Rafael Oliveira Santana, 24 anos, motorista de app baleado na cabeça em Cariacica
Rafael Oliveira Santana, 24 anos, motorista de aplicativo baleado na cabeça em Cariacica Crédito: Acervo familiar
O momento do tiro, que aconteceu dentro do veículo, foi flagrado por uma câmera de segurança (veja acima). As imagens mostram o automóvel passando pela rua. Em seguida, é possível ouvir um disparo e pessoas falando. Logo depois, três homens saem correndo. Dois minutos mais tarde, o carro começa a descer sozinho pela rua, já que o motorista estava inconsciente. Moradores chamaram o socorro e a vítima foi levada ao hospital.
"Acredito na justiça de Deus. Seria bom se eles fossem presos, para que não fizessem isso com mais ninguém"
Silvia Zuchi - Mãe de Rafael
No dia do crime, a Polícia Civil informou que o caso estava sendo investigado pela Divisão Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Cariacica. Nesta sexta-feira (6), a reportagem de A Gazeta perguntou à corporação se havia novidades sobre o caso, mas, até a publicação desta matéria, não teve retorno. 

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