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''Sarcina''

Polícia Civil faz operação contra venda de peças de carros roubados no ES

Donos de ferros-velhos também são investigados por 'encomendar' com bandidos os tipos de veículos mais procurados; quatro pessoas foram presas em Cariacica e Vila Velha

Publicado em 16 de Abril de 2024 às 18:43

Redação de A Gazeta

Publicado em 

16 abr 2024 às 18:43
Uma das fases da Operação Sarcina ocorreu nessa quarta-feira (10)
Uma das fases da Operação Sarcina ocorreu quarta-feira (10), e houve novos desdobramentos nesta terça (16) Crédito: Polícia Civil
Polícia Civil do Espírito Santo deflagrou a “Operação Sarcina”, para desarticular uma organização criminosa especializada em vender peças de veículos furtados ou roubados. Ao todo, foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão, inclusive em ferros-velhos da Grande Vitória que estariam envolvidos no crime. 
Segundo a corporação, a ação foi dividida em duas etapas: na última quarta-feira (10), três pessoas foram presas, e outra acabou detida nesta terça (16). Todos os suspeitos eram proprietários dos estabelecimentos investigados. As prisões, conforme foi detalhado, ocorreram nos municípios de Cariacica e Vila Velha.

Início dos trabalhos

Responsável pelo caso, o delegado Luiz Gustavo Ximenes explicou que as investigações começaram em março de 2023. No período de um ano, várias denúncias e informações foram levantadas, desencadeando nas ações das últimas semanas. 
Desdobramento da Operação Sarcina, da Polícia Civil
Desdobramento da Operação Sarcina, da Polícia Civil, nesta terça (16) Crédito: Polícia Civil
Os suspeitos, que estavam com os ferros-velhos regularizados, tentavam 'enganar' os clientes. De acordo com o delegado, eles misturavam peças ilegais com as regulares, e depois revendiam por um menor valor. Além disso, foi levantado que chegavam a encomendar os furtos e roubos para outros criminosos, a fim de repor o estoque do estabelecimento. 
 "De forma irregular, conseguiam repassar para terceiros, de forma muito mais barata – até mesmo para clientes de boa-fé", explicou o delegado.
Luiz Gustavo Ximenes frisou ainda que parte dos veículos era normalmente obtida por seguradoras ou leilões, devido ao fato de serem legalizados. Já o restante era fruto do crime organizado, segundo apontaram as investigações.

O que encontraram

Durante a ação policial, equipes também encontraram nos ferros-velhos aparelhos proibidos de serem comercializados – como air-bags – e um bloqueador de sinal de rastreador, utilizado pelos criminosos para despistar a polícia. 
À imprensa, o delegado-geral da Polícia Civil, José Darcy Arruda, destacou a importância dessas prisões no Estado. "Uma operação importante da divisão de Furtos e Roubos de Veículos, porque estamos trabalhando o crime secundário: o de receptação. Quando você trabalha o crime de receptação, você inibe o furto e o roubo", avaliou.

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