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Cerco inteligente

Reconhecimento facial por câmeras já ajudou a prender 200 pessoas no ES

O projeto, lançado em setembro de 2024, utilizada inteligência artificial, que faz a leitura dos rostos e compara com informações de bancos de dados da segurança pública

Publicado em 03 de Julho de 2025 às 16:01

Caroline Freitas

Publicado em 

03 jul 2025 às 16:01
Reprodução de imagem captada por câmera de videomonitoramento no Transcol, sem reconhecimento facial.
Reprodução de imagem captada por câmera de videomonitoramento no Transcol, sem reconhecimento facial. Crédito: Foto: reprodução/ÔnibusGV
O Espírito Santo atingiu a marca de 200 criminosos capturados após serem flagrados por uma das câmeras com tecnologia de reconhecimento facial espalhadas em espaços públicos, transporte coletivo ou estradas estaduais. A informação foi divulgada pelo governador Renato Casagrande, via redes sociais, nesta quinta-feira (3).
“Para nós, isso é fundamental porque mostra a importância do investimento em tecnologia e inovação na área de segurança pública, para que a gente possa continuar reduzindo a violência no Estado do Espírito Santo”, destacou Casagrande.
O projeto-piloto foi lançado pelo governo do Estado em setembro do ano passado, e a identificação dessas pessoas é feita por meio de inteligência artificial, que, a partir da leitura do rosto das pessoas, localiza aqueles que estão desaparecidos, foragidos ou possuem mandado de prisão em aberto.
A tecnologia utiliza como parâmetro de comparação, os bancos de dados das bases de desaparecidos, de procurados pela polícia, do Sistema Integrado de Inteligência da Segurança Pública (Sispes), da Secretaria da Justiça (Sejus), que administra o sistema prisional, além da base do Departamento Estadual de Trânsito do Espírito Santo (Detran-ES).
Na prática, ao identificar um alvo de busca, o sistema emite um alerta para uma equipe da inteligência que atua dentro do Ciodes, na Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesp), que vai analisar as informações e, se for o caso, enviar o comunicado para equipes da Polícia Militar realizarem a abordagem. São os policiais na rua que vão confirmar, de fato, se o reconhecimento facial é mesmo da pessoa que está sendo procurada.

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