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Caso Gerson Camata

Advogados vão apresentar defesa de assassino de Camata em até 10 dias

Marcos Andrade permanece preso no Complexo Penitenciário de Viana. Ele confessou ter dado o tiro que matou o político, no fim do ano passado

Publicado em 28 de Janeiro de 2019 às 21:33

Maíra Mendonça

Publicado em 

28 jan 2019 às 21:33
Marcos Venicio Moreira Andrade é acusado de matar ex-governador Crédito: Polícia Civil/Divulgação
Os advogados de Marcos Venicio Moreira Andrade, 66 anos, que confessou ser o assassino do ex-governador Gerson Camata (MDB), foram comunicados nesta segunda-feira (28) pela Justiça a apresentar a primeira defesa do acusado, que deve ser feita em até 10 dias.
De acordo com a defesa, neste primeiro momento o mérito do caso não será analisado. Trata-se apenas de uma etapa para que possíveis irregularidades no processo sejam sanadas. "É como se fosse uma fase de sanear, limpar o processo de irregularidades", explicou uma das advogadas, que prefere não se identificar.
Após a apresentação da defesa à Justiça será marcada a primeira audiência de instrução, que não tem data prevista. Marcos Andrade permanece preso no Complexo Penitenciário de Viana. Os advogados já possuem uma linha de defesa, mas preferem não adiantar informações. 
Aos 77 anos, Gerson Camata foi assassinado com um tiro no ombro esquerdo enquanto andava na Praia do Canto, Vitória, no dia 26 de dezembro do ano passado. Seu ex-assessor Marcos Andrade foi preso no mesmo dia e confessou o assassinato. Ele trabalhou com Camata por cerca de 19 anos. A relação de confiança foi rompida de maneira conflituosa. Há dez anos, em 2009, Marcos denunciou um suposto caixa 2 do político ao jornal "O Globo". Como não conseguiu comprovar as acusações, ele foi processado por Camata, que venceu a ação. Marcos Andrade chegou a ter R$ 60 mil bloqueados em sua conta, o que, segundo o então secretário de Estado da Segurança Pública, Nylton Rodrigues, teria motivado o crime.
Camata foi enterrado no dia seguinte, no Cemitério Jardim da Paz, na Serra, sob forte comoção e com honras de chefe de Estado. Na ocasião, o então governador Paulo Hartung decretou luto oficial de sete dias.

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