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Alckmin minimiza Datafolha e diz 'eleição será corrida de resistência'

Segundo pesquisa, governador paulista tem entre 6% e 11% das intenções de voto

Publicado em 31 de Janeiro de 2018 às 14:07

Publicado em 

31 jan 2018 às 14:07
Al Crédito: Reprodução
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), evitou demonstrar publicamente preocupação com o resultado da mais recente pesquisa do Datafolha sobre as eleições de outubro. O pré-candidato tucano à Presidência permanece estacionado entre 6% e 11% das intenções de voto, em empate técnico com Ciro Gomes (PDT) e Marina Silva (Rede) quando ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva não está na disputa.
— Pesquisa é o retrato deste momento. Mas essa é uma corrida de resistência. O voto não vai se decidir agora. Nossa tarefa é ir para o segundo turno, onde ganhamos de quase todos os candidatos — disse Alckmin.
Testado em três cenários de segundo turno pelo Datafolha, o governador paulista perde para Lula por 49% a 30% e fica no empate técnico com Ciro e o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ). Na disputa com Ciro, Alckmin teria 34% das intenções de voto contra 32% do pedetista. Já em um eventual segundo turno com Bolsonaro, o tucano teria 35% contra 33%. A margem de erro do Datafolha é de dois pontos percentuais.
Após discursar na cerimônia de posse da nova diretoria do Secovi, sindicato do mercado imobiliário de São Paulo, Alckmin disse que acredita que o cenário eleitoral deve começar a mudar em agosto, quando o eleitorado começar a se interessar pelos candidatos:
— Não acredito que vai ter muita mudança até agosto. Aí sim o voto vai ser definido. Não vai acontecer nada, as pesquisas vão oscilar sem grandes mudanças — afirmou.
Antes de seu discurso, o governador foi aclamado pelo prefeito de São Paulo João Doria (PSDB) como "nosso candidato à Presidência". No ano passado, Doria ensaiou movimentações para se colocar como o candidato do partido, mas o grupo de Alckmin prevaleceu.
Embora falasse como candidato durante o evento, Alckmin lembrou que o partido só definirá o candidato após a convenção partidária.
Inicialmente, ao comentar a pesquisa, o governador citou o cenário sem a presença do ex-presidente Lula, condenado em segunda instância a 12 anos e um mês de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. O petista pode ser impedido de participar das eleições pela Lei da Ficha Limpa.
Questionado sobre o desempenho de Lula, que lidera em todos os cenários apesar da decisão judicial, Alckmin atribuiu as intenções de voto no ex-presidente por ser o nome mais conhecido. O governsdor, no entanto, negou descartar um cenário em que Lula consiga ser candidato. Segundo ele, a questão está fora de seu alcance e será decidida na Justiça.
— É o recall. É um ex-presidente. Os argumentos da eleição só vão aparecer mais à frente — afirmou.
Em relação ao apresentador Luciano Huck, que descartou a candidatura, Alckmin disse estimular a participação do apresentador. Segundo o Datafolha, se fosse candidato, Huck teria um desempenho parecido com o do tucano, entre 5% e 8%, dependendo de quem são os outros concorrentes:
— Gosto muito do Luciano Huck, ele tem espírito público, não é de hoje que o conheço. Se ele vai ser candidato ou não, cabe a ele avaliar, mas eu estimulo. Ele tem vocação para servir, pode servir como candidato, não sendo candidato — afirmou.

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