Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

Ex-juiz

Entenda recuos e derrotas de Moro desde que virou ministro de Bolsonaro

Ao aceitar convite para integrar governo, Moro disse estar "cansado de tomar bola nas costas". Agora, coleciona recuos e derrotas

Publicado em 21 de Março de 2019 às 14:05

Publicado em 

21 mar 2019 às 14:05
O ministro da Justiça, Sérgio Moro Crédito: Isaac Amorim/MJSP
Sérgio Moro topou largar a carreira de juiz federal, que lhe deu fama de herói pela condução da Lava Jato, para virar ministro da Justiça. Disse ter aceitado o convite de Jair Bolsonaro (PSL), entre outras coisas, por estar "cansado de tomar bola nas costas". Tomou posse com o discurso de que teria total autonomia e com status de superministro. Desde que assumiu, porém, acumula recuos e derrotas.
Na mais recente, o ministro viu seu pacote anticrime ser congelado no Congresso e entrou em conflito com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Maia desclassificou a proposta de Moro, o chamou de "funcionário de Bolsonaro" e disse que o ex-juiz está "confundindo as bolas".
Confira, abaixo, recuos e derrotas do superministro de Bolsonaro.
DECRETO DAS ARMAS
Seu primeiro revés foi ainda em janeiro. O ministro tentou se desvincular da autoria da ideia de flexibilizar a posse de armas, dizendo nos bastidores estar apenas cumprindo ordens do presidente. Teve sua sugestão ignorada de limitar o registro por pessoa a duas armas - o decreto fixou o número em quatro.
LARANJAS
No caso do escândalo de candidaturas de laranjas, enquanto Moro deu declarações evasivas, dizendo que a PF iria investigar se "houvesse necessidade" e que não sabia se havia consistência nas denúncias, Bolsonaro determinou dias depois, de forma enfática, a abertura de investigações para apurar o esquema.
ILONA SZABÓ
Moro teve de demitir a especialista em segurança pública por determinação do presidente, após repercussão negativa da nomeação. Ilona Szabó já se disse contrária ao afrouxamento das regras de acesso a armas e criticou a ideia de ampliação do direito à legítima defesa que está no projeto do ministro.
CAIXA DOIS
Por ordem do Palácio do Planalto, a proposta de criminalização do caixa dois, elaborada pelo ministro da Justiça, vai tramitar separadamente do restante do projeto anticrime.
PROJETO ANTICRIME
Na última semana, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), travou o pacote anticrime na Casa ao determinar a criação de um grupo de trabalho para analisar a proposta e outras duas correlatas. Como o grupo tem o prazo de 90 dias para debater as matérias, a decisão de Maia suspende, na prática, a tramitação da maior parte do pacote.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Imagem de destaque
Como polícia desmascarou assassino brasileiro que ficou foragido no Paraguai por décadas
Imagem BBC Brasil
'Família Bolsonaro não deve se meter mais nas eleições do Rio, porque só apresentam ladrão', diz deputado ex-bolsonarista Otoni de Paula
Xícara de café.
Café, demência e sono: o que dizem os últimos estudos

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados