Embora a agenda do governador Renato Casagrande (PSB) em Brasília, nesta terça-feira (4), tenha tido como foco principal a discussão da reforma tributária, o roteiro incluiu também uma reunião com o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, no início da tarde.
No encontro, ficou marcada uma visita de Flávio Dino ao Espírito Santo no mês de agosto. O objetivo é que o ministro participe de um debate sobre segurança pública, além de conhecer o trabalho do governo do Espírito Santo nessa área.
Durante a conversa, também ficou acertada a ida da cúpula da Segurança Pública do Estado a Brasília para aprofundar as relações institucionais e o aperfeiçoamento do trabalho conjunto com o Ministério da Justiça.
ávio Dino vem ao ES em agosto para tratar de combate ao crime
"No mês de agosto, ele (Flávio Dino) irá ao nosso Estado, mas, antes de conhecer melhor o trabalho que estamos fazendo e fortalecer e integrar a ação do governo do Estado e governo federal, nós teremos nos próximos dias a visita da minha equipe de Segurança e de Justiça com a equipe do ministro para que a gente possa tratar da intensificação dessas parcerias e enfrente cada vez com mais eficiência e criminalidade organizada no Espírito Santo", diz o governador.
Encontro com ministra Marina Silva
Também presidente do Consórcio Brasil Verde, Renato Casagrande ainda se reuniu nesta terça-feira (4), em Brasília, com a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva.
Na pauta, a atuação do Consórcio Brasil Verde, que representa 21 governadores consorciados, durante a COP 28, a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, que será realizada em Dubai, nos Emirados Arabes Unidos entre novembro e dezembro deste ano. Casagrande também colocou o Consórcio Brasil Verde para trabalhar em parceria com o Ministério do Meio Ambiente.
"Tratamos da regulamentação da geração de energia eólica no mar. É um trabalho importante. Existem muitas demandas no Espírito Santo e perspectiva de investimento, especialmente para que a gente possa produzir hidrogênio verde. E é necessário que a gente faça um planejamento e um zoneamento de ocupação dessas áreas do mar, envolvendo o Ministério da Defesa, a Marinha, o governo do Estado, as universidades e os Ifes em um trabalho conjunto", destaca o governador.