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Presidente da Federação Francesa será investigado por denúncias de assédio

Ministra do Esporte Francês ordenou investigação para apurar as denúncias contra Noël Le Graët. Vítimas que denunciaram o presidente, afirmam que ele enviava mensagens de texto inapropriadas e que viviam em ambiente tóxico na federação

Publicado em 16 de Setembro de 2022 às 11:50

Agência Estado

Publicado em 

16 set 2022 às 11:50
Noël Le Graët, presidente da Federação Francesa de Futebol
Noël Le Graët, presidente da Federação Francesa de Futebol Crédito: Reprodução / Libération - FRANCK FIFE
A ministra do Esporte da França, Amélie Oudéa-Castéra, anunciou nesta sexta-feira (16) que ordenou uma investigação para apurar as denúncias de assédio sexual na Federação de Futebol da França (FFF). O principal alvo será Noël Le Graët, presidente da entidade, de 80 anos.
O anúncio veio poucas horas depois de uma reunião entre a ministra e o presidente da federação. Ela chamou a investigação de "missão de controle e auditoria". A apuração é consequência de várias denúncias de assédio sexual feitas por reportagem da revista So Foot, publicada no início deste mês.
Ao longo de seis páginas, a publicação apresenta depoimentos de diversas funcionárias da federação revelando Le Graët. Algumas já haviam deixado a entidade. A maior parte das denúncias foi anônima. Elas afirmaram que recebiam mensagens de texto inapropriadas do presidente e que viviam em um "ambiente tóxico" dentro da federação. A federação prometeu acionar a revista na Justiça. O presidente não se manifestou publicamente sobre as denúncias.
Em comunicado, a ministra do Esporte afirmou que ouviu os comentários de Le Graët sobre as denúncias. E disse que é "imperativo que a FFF siga com suas atividades com absoluto respeito a todos os seus funcionários, independente da posição hierárquica em que atuem". Ela cobrou que a entidade "atua firmemente para prevenir e lutar contra todas as formas de discriminação e violência, incluindo violência sexista e sexual"
O presidente da FFF disse apenas que vai fornecer todas as informações necessárias à investigação e que vai trabalhar "com toda a transparência". Nesta semana, em entrevista ao jornal L'Équipe, ele descartou rumores de que poderia deixar o cargo antes do fim do seu mandato, em 2024.
"Se a minha saúde continuar estável, se eu estiver bem, não há nenhuma razão para eu parar. Eu sou muito bom no meu trabalho e todo mundo gosta de mim. Tenho sorte de ser respeitado", declarou o presidente da federação francesa.

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