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Inovação

Startup capixaba aposta em automação para proteger a vida marinha

Tecnologia desenvolvida por empresa residente do Fonte Hub acelera triagem de avistamentos de animais e fortalece o trabalho de conservação da ONG Instituto Orca no litoral capixaba.

Publicado em 16 de Junho de 2025 às 15:37

Leticia Fortaleza

Publicado em 

16 jun 2025 às 15:37
Thomas Sabino, CEO da Solvit Consultoria
Thomas Sabino, CEO da Solvit Consultoria. Crédito: Reprodução
Uma nova parceria entre a startup Solvit Consultoria e o Instituto Orca mostra como a tecnologia desenvolvida no Espírito Santo pode impulsionar ações de conservação. A solução automatiza o atendimento a relatos de avistamentos de animais marinhos, agilizando o trabalho da ONG.
A Solvit, startup residente do Fonte Hub - hub de inovação da Rede Gazeta - e especializada em automação de processos para pequenas e médias empresas (PMEs), desenvolveu um sistema para facilitar a triagem de relatos de baleias, golfinhos, tartarugas e outros animais. A partir de agora, o Instituto poderá padronizar o recebimento das informações e ampliar sua capacidade de resposta com mais agilidade e organização.
A automação será feita por meio de um canal de atendimento via WhatsApp, que permite o envio rápido de fotos, áudios e localização por parte do público. O fluxo da conversa foi pensado para ser leve, acolhedor e funcional, respeitando o contexto sensível de quem entra em contato, muitas vezes em situações emergenciais.
Além do canal automatizado, a parceria inclui o desenvolvimento de um novo site para o Instituto Orca. O projeto propõe uma navegação imersiva, inspirada no fundo do mar, com seções voltadas à educação ambiental, visitas educativas e divulgação científica.
Para Thomas Sabino, CEO da Solvit, o projeto vai além da entrega técnica. “Nosso trabalho aqui não é só desenvolver um site ou uma automação, é criar uma ponte entre pessoas e natureza, utilizando a tecnologia com propósito. Estamos ajudando o Instituto Orca a traduzir para o digital a força de uma causa que já impacta o litoral capixaba há mais de 25 anos. Acreditamos que esse modelo pode, inclusive, inspirar outras iniciativas ambientais pelo país”, destaca.

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