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Crime

Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank abrem queixa formal de racismo, diz TV

À Rede Globo, a Guarda Nacional Republicana de Portugal confirmou nesta segunda-feira (1°) que recebeu a denúncia e a encaminhou para o tribunal judicial da Costa da Caparica, cidade onde o crime aconteceu
Agência FolhaPress

Publicado em 01 de Agosto de 2022 às 18:08

Após defenderem os filhos Titi e Bless de ataques racistas num restaurante em Portugal, Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank abriram uma queixa formal no país europeu.
Bruno Gagliasso com os filhos Chissomo Ewbank Gagliasso (Titi ), Bless Ewbank Gagliasso
Bruno Gagliasso com os filhos Chissomo Ewbank Gagliasso (Titi ), Bless Ewbank Gagliasso Crédito: Reprodução/Instagram @gioewbank
À Rede Globo, a Guarda Nacional Republicana de Portugal confirmou nesta segunda-feira (1º) que recebeu a denúncia e a encaminhou para o tribunal judicial da Costa da Caparica, cidade onde o crime aconteceu. A Guarda Nacional Republicana foi procurada pela reportagem, que aguarda um posicionamento.
No sábado (30), a família estava num restaurante quando uma mulher proferiu ofensas racistas contra Titi e Bless, as crianças, nascidas no Malawi, que têm respectivamente 9 e 7 anos.
Em vídeo que circula nas redes sociais, Giovanna Ewbank aparece chamando a mulher de "racista nojenta" e dizendo que ela merece "socos e porradas". A reportagem apurou que ela também cuspiu e deu tapas na mulher. Bruno Gagliasso chamou a polícia, que retirou a mulher do local e em seguida a liberou.
O presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, disse em entrevista que o caso é "inadmissível", e completou: "Racismo é um fenômeno que existe na sociedade portuguesa, não negamos isso, mas não é possível generalizar a todo português".
Os atos da suspeita, no Brasil, poderiam ser enquadrados como injúria racial, ou seja, ofensa à dignidade de alguém, baseado em sua raça, cor, etnia, religião, idade ou deficiência. Mas em Portugal, devido a uma lacuna do Código Penal do país, a situação pode ser diferente.
Na legislação portuguesa, o artigo 240 do Código Penal, que trata dos crimes de discriminação e injúria, não cita "ódio racial". A qualificação do crime por motivação de "ódio racial" ou "gerado pela cor, origem étnica ou nacional", está prevista somente para os crimes de homicídio e ofensa à integridade física, analisou o projeto COMBAT.

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