Uma parcela dos capixabas já está habituada a atualizar suas redes sociais ao visitar hospitais em caso de emergência, ou até mesmo quando está acompanhando um paciente. A clássica foto da pulseira ou do soro é uma prática aceita e compartilhada em todo o Estado.
Apesar de parecer normal, tal comportamento chamou atenção de pesquisadores da Universidade Estadual do Espírito Santo (UEES), que passaram os últimos 6 meses monitorando esse tipo de conteúdo nos municípios da Grande Vitória.
De acordo com o levantamento, 60% dos entrevistados postam as fotos querendo aumentar o engajamento de seu perfil, 25% o fazem esperando obter respostas de carinho e conforto. Mas, o que mais chamou atenção, foram os 15% restantes que, segundo eles, publicam suas fotos no hospital acreditando ser necessário para o processo de cura e/ou liberação de exames e consultas do plano de saúde.
"A gente não sabia o porquê que essas pessoas ainda insistem em postar a foto do seu braço com a pulseira ou soro quando estão no hospital", afirma o pesquisador Douglas Bonfim.
Os pesquisadores esclarecem que não há relação comprovada de cura ou liberação de exames do plano de saúde quando a postagem é feita.
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