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Recuperação

Capixaba agredido no Rio evoluiu, respira sem aparelhos e se alimenta

Roberto Vieira de Almeida está internado desde o dia 3 de abril, quando foi agredido por torcedores do Peñarol, antes do jogo contra o Flamengo

Publicado em 05 de Agosto de 2019 às 15:47

Murilo Cuzzuol

Publicado em 

05 ago 2019 às 15:47
O capixaba Roberto Vieira de Almeida segue internado no Hospital Miguel Couto, após ser agredido por torcedores do Peñarol, ainda em abril, no Rio Crédito: Reprodução/Facebook
O dia 3 de abril ficou marcado negativamente para a família de Roberto Vieira de Almeida, capixaba e torcedor do Flamengo, e que foi agredido por torcedores do Peñarol, em uma confusão de torcidas na orla de Copacabana, no Rio de Janeiro, horas antes do confronto entre as equipes pela Taça Libertadores da América. Quatro meses após o incidente, a família, ainda que contida, comemora a evolução do quadro clínico do familiar, que segue internado no Hospital Miguel Couto.
O MOMENTO DA AGRESSÃO
Após a confusão na qual foi agredido na cabeça pelos uruguaios, Roberto apresentou um quadro grave de traumatismo craniano e foi levado em estado grave ao hospital. Nesta segunda-feira (05), o irmão gêmeo de Roberto, Rubens, relatou a condição de Roberto ao Gazeta Online.
"Felizmente ele já não precisa dos aparelhos para respirar, está consciente, sem qualquer quadro de infecção e febre. Já não está mais sedado e esboça algumas palavras conosco, mas por conta da traqueostomia - intervenção cirúrgica que consiste na abertura de um orifício na traqueia e na colocação de um tubo para facilitar na respiração, a fala está prejudicada. Mas perto de como ele estava, esse cenário é muito positivo. Ele já até consegue comer algumas coisas", detalhou Rubens, ao falar do irmão de 54 anos.
Em evolução constante, Roberto e a família vivem a expectativa por uma transferência para o Espírito Santo. "Estamos em contato diário com os médicos. Esta semana quem está lá é meu outro irmão, o Josias, mas estamos tentando trazer ele para cá. Precisamos primeiramente conseguir uma vaga hospitalar que atenda às necessidades do Roberto, além da ambulância equipada com uma UTI para realizar o transporte. Seria importante vir para o Estado, pois ele ficaria mais perto da família e diminuiria nossos custos, que são elevados", explicou o familiar.
Segundo Rubens, até o momento já foram mais de R$ 8 mil entre passagens aéreas, alimentação, deslocamento entre outros gastos nas idas ao Rio de Janeiro. Sem apoio externo, a família não descarta ir à Justiça, mas esse passo apenas será levado à frente após o restabelecimento de Roberto.

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