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No interior

Superfinal do Mundial de Parapente vai colorir o céu de Baixo Guandu

150 competidores de 30 países vão disputar a competição, que promete movimentar a cidade do Noroeste capixaba

Publicado em 10 de Março de 2019 às 01:05

Marcella Scaramella

Publicado em 

10 mar 2019 às 01:05
Os melhores dos melhores do mundo vão colorir e encantar no céu de Baixo Guandu. Pela primeira vez na história, o Espírito Santo vai receber a Superfinal, a grande decisão do Circuito Mundial de Parapente, entre os dias 19 e 30 de março.
O céu de Baixo Guandu vai mais uma vez ser tomado pelos parapentes Crédito: Divulgação/Prefeitura de Baixo Guandu
As cinco etapas eliminatórias pelo mundo selecionaram, ao todo, 150 atletas de 30 nacionalidades, que agora vão competir para definir quem será o grande campeão da temporada de parapente.
Serão dez dias seguidos de competição, que contará com cinco brasileiros na disputa, sendo apenas um capixaba: o recordista mundial de voo à distância Frank Brown, que é nada menos que onze vezes campeão brasileiro.
“Sempre tenho as melhores expectativas possíveis, ainda mais em uma competição dessa grandeza dentro de casa, no nosso quintal. Quero pegar um pódio. Eu, Rafael Saladini e Samuel Nascimento somos três recordistas mundiais, formamos um time e esperamos um pódio como equipe”, destacou Brown, uma referência na modalidade dentro e também fora do país.
A Rampa do Monjolo que vai receber a Superfinal é considerada uma das 10 melhores do mundo para a prática do voo livre, sendo a 1ª do Brasil.
“Aqui tudo favorece, desde as condições geográficas, as termas que permitem ótimos voos e a hospitalidade do guanduense, nem se fala”, explicou o representante da ACVL, que acrescentou: “Os pilotos do mundo inteiro são apaixonados por Baixo Guandu. Aqui a violência é baixíssima ou quase não existe, o povo é amável e a cidade se engaja no dia a dia dos pilotos.
Aliás, por 24 x 1 votos, Baixo Guandu já foi escolhida para sediar o Campeonato Pan-Americano de Parapente de 2020, que acontece a cada dois anos”, explicou Marcos Aurélio Pinheiro, representante da Associação Capixaba de Voo Livre.
O evento, além de fomentar a prática esportiva, também vai desenvolver o turismo na região da capital capixaba do voo livre. A expectativa é que a Superfinal atraia mais de 1.000 visitantes e movimente cerca de R$ 1 milhão na economia local.

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