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Cerimônia

Com diplomata, Bolsonaro diz que Brasil atua para evitar nova Venezuela

O Brasil e os EUA reconheceram a legitimidade do líder oposicionista Juan Guaidó para comandar o país vizinho, oficialmente chefiado pelo ditador Nicolás Maduro

Publicado em 04 de Julho de 2019 às 12:51

Publicado em 

04 jul 2019 às 12:51
Jair Bolsonaro Crédito: Marcos Corrêa/PR | Arquivo
Ao lado do principal diplomata dos Estados Unidos no Brasil, o presidente Jair Bolsonaro afirmou, nesta quarta-feira (3), que seu governo atua para que não surja uma nova Venezuela na América do Sul.
“Temos um problema aqui ao norte do Brasil e não queremos que outros países enveredem para esse lado”, disse Bolsonaro, durante a cerimônia de celebração da independência dos Estados Unidos, na embaixada norte-americana em Brasília.
O Brasil e os EUA reconheceram a legitimidade do líder oposicionista Juan Guaidó para comandar o país vizinho, oficialmente chefiado pelo ditador Nicolás Maduro.
Bolsonaro também disse que, durante o encontro bilateral que teve com Donald Trump na cúpula do G20 no Japão, pediu ao presidente dos EUA para que ele venha à América do Sul para discutir com outros mandatários a crise na Venezuela.
“Nessa viagem ao Japão fiz uma solicitação a ele [Trump]. Talvez ele venha à América do Sul, onde reuniríamos os países que abandonaram a esquerda e foram para o centro e para a centro-direita”, declarou.
Bolsonaro não deu mais detalhes sobre essa possível visita de Trump à América do Sul, mas desde antes o encontro do G20 existe um convite para que o mandatário dos EUA vá ao Chile em novembro para uma reunião da Apec (Cooperação Econômica Ásia-Pacífico).
Não há, no entanto, confirmação se Trump irá ou não a essa reunião no Chile.
Em sua fala, Bolsonaro se comparou ainda a Trump ao argumentar que tanto ele quanto o norte-americano tiveram trajetórias semelhantes em suas campanhas eleitorais.
De acordo com Bolsonaro, os eleitores do Brasil e dos EUA fizeram o que “seus corações determinaram” e não seguiram o que “diziam os especialistas”.
O presidente afirmou ainda que nas últimas décadas o Brasil e os EUA estiveram “um pouco afastados”, mas que houve uma reaproximação com seu governo, porque o “viés ideológico” foi abandonado.
Referindo-se aos EUA como “país irmão”, Bolsonaro disse que as duas nações estiveram juntas em diversos momentos da história.
“A liberdade não tem preço. Brasil e EUA, nos momentos mais difíceis da história do mundo, sempre estiveram juntos, como na Segunda Guerra Mundial, quando combatemos o nazi-fascismo”, declarou.
No palco com presidente estavam, além da primeira-dama Michelle Bolsonaro e do chanceler Ernesto Araújo, o encarregado de negócios da embaixada dos EUA, William Popp —atualmente o principal diplomata norte-americamo no país.
Após sua fala, Bolsonaro e os presentes no evento acompanharam uma queima de fogos.
A presença do presidente da República em festas nacionais em embaixadas de outros países é evento raro e pouco comum na praxe diplomática.

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