Presente no dia a dia de muitas mulheres, a violência doméstica e de gênero pode começar de maneira sutil, disfarçada de excesso de cuidado — ao controlar amizades e roupas, por exemplo — e terminar em morte. Antes do primeiro tapa, a agressão nem sempre é percebida pela vítima e, às vezes, é um caso semelhante e comportamentos parecidos que fazem mulheres despertarem para os abusos.
Por isso, A Gazeta convida vítimas a compartilharem suas histórias como uma forma de alerta, pontuando o que fizeram — ou ainda fazem — para superar a relação com o agressor. Para participar, basta preencher o formulário. Os textos, que poderão ser ou não identificados, a critério da autora, serão usados em uma série de reportagens que vão marcar a data de criação da Lei Maria da Penha.