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Monitoramento

Nome de condenado por violência contra mulher vai para cadastro de agressores

Proposta aprovada no Senado segue para sanção presidencial

Publicado em 29 de Abril de 2026 às 11:00

Redação de A Gazeta

Publicado em 

29 abr 2026 às 11:00

Quem for condenado por violência contra a mulher no Brasil não terá mais como "esconder" o histórico criminal ao mudar de cidade ou estado. O Senado aprovou, na terça-feira (28), a criação de um cadastro nacional que unifica os dados de agressores, permitindo que polícias de todo o país saibam exatamente quem é o infrator, onde ele mora e qual crime cometeu. 


O projeto, que agora segue para sanção do presidente, quer garantir que o histórico de quem cometeu crimes de gênero não se perca na burocracia entre as diferentes unidades da federação.


A privacidade de quem sofreu a violência será uma das prioridade. Enquanto os dados do agressor circulam entre as polícias, os nomes das vítimas permanecerão sob sigilo absoluto.

Como funcionará o monitoramento?


O cadastro será alimentado com informações detalhadas para que a identificação seja imediata. Confira o que será registrado:


  • Além do nome, CPF e RG, o sistema terá fotos e impressões digitaisdo agressor.
  • O endereço atualizado do condenado deve constar na base.
  • O nome ficará no sistema durante todo o cumprimento da pena. Se a pena for curta, o registro permanecerá por, no mínimo, três anos.

Violência contra a mulher Divulgação

Quais crimes levam o nome ao cadastro?


A regra vale para quem já foi condenado definitivamente (sem possibilidade de novos recursos) por:


  • Violência física: feminicídio, tentativa e lesão corporal.
  • Abusos sexuais: estupro (inclusive de vulneráveis), assédio e importunação.
  • Crimes psicológicos e digitais: perseguição (stalking), violência psicológica e divulgação de fotos íntimas sem autorização.


Por que isso importa para você?


Hoje, os dados sobre agressores estão espalhados. Se um homem comete um crime no Espírito Santo e viaja para outro Estado, a polícia local pode não ter acesso rápido ao histórico dele.


Com a centralização, a expectativa é que as medidas protetivas sejam mais eficazes.


"O cadastro permite uma atuação mais eficiente das autoridades e do sistema de justiça", destacou a relatora do projeto, senadora Professora Dorinha Seabra.

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