Os diretórios estaduais desses partidos, porém, estão livres para escolher um lado.
No Espírito Santo, o Republicanos, legenda do ex-prefeito de Vitória Lorenzo Pazolini, aderiu ao palanque de Flávio.
O próprio
Pazolini já declarou apoio ao filho de Jair e vice-versa. O ex-prefeito é candidato ao governo estadual e vai coligar com o PL.
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Quer receber as publicações da coluna Letícia Gonçalves em primeira mão pelo WhatsApp? Clique aqui A União Progressista, por sua vez, está no palanque do governador Ricardo Ferraço (MDB), candidato à reeleição, que não apoia nem Lula nem Flávio.
A federação, no estado, adotou uma posição curiosa. Não declarou apoio abertamente a nenhum candidato à Presidência da República, mas vetou Lula.
"Não acreditamos no governo que aí está. Essa federação não apoia Lula e não estaremos ao lado desses que têm o compromisso com o desastre do nosso país", afirmou o presidente estadual da União Progressista, o deputado federal Da Vitória, durante a convenção estadual da federação, no último dia 5.
Enquanto isso, em cima do palco e próximo a Da Vitória estava o ex-governador Renato Casagrande (PSB), candidato ao Senado e apoiador de Lula.
Em 2022, PP e Republicanos coligaram com o PL e trabalharam pela reeleição de Jair Bolsonaro, que acabou derrotado.
O União Brasil, que ainda não estava federado com o PP, lançou Soraya Thronicke na disputa naquele ano.
Agora, a mera neutralidade da federação e do Republicanos, nacionalmente, já beneficia Lula.